O preço do plebiscito para decidir privatização de CEEE, CRM e Sulgás

Qualquer plebiscito para autorizar a privatização de CEEE, CRM e Sulgás, não sairá por menos de R$ 25 milhões.

18 comentários:

Nelson disse...

Ou seja, saí mais barato simplesmente privatizar de uma vez essas coisas.

Anônimo disse...

deputados servem as suas bases, q bases, ou, se não me eleger tenho uma teta para me agarrar

Anônimo disse...

Tá de graça. Pode fazer vários de 25 milhões para acabar com as empresas chupa-olho dos contribuintes.

Anônimo disse...

Surreal a necessidade de um plebicito para privatizar empresas estatais! Só aqui em uma das piores partes da Banania!

Anônimo disse...

faz PELA INTERNET QUE SAI BARATO E O MEU VOTO É PELA PRIVATIZAÇÃO TOTAL E IRRESTRITA.
jOEL

Anônimo disse...

CORRENDO RISCO DE N SER APROVADO

Anônimo disse...

CORRENDO RISCO DE N SER APROVADO

Anônimo disse...

Mas pra isso o polenta arruma grana pra pagar ne? Não precisa nem parcelar.

Anônimo disse...

Bolsonaro foi acusado por indisciplina e deslealdade no Exército:

Ex-capitão chegou a ser considerado culpado por um Conselho de Justificação formado por três coronéis, mas foi absolvido pelo STM

Zero Hora. 15/05/2017.Rafaela Martins/Agencia RBS

Bolsonaro foi acusado por indisciplina e deslealdade no Exército

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-RJ) admitiu, em 1987, que cometeu atos de indisciplina e deslealdade em relação aos superiores no Exército. Conforme reportagem do jornal Folha de S.Paulo, que obteve a documentação com os dados da Superior Tribunal Militar (SMT), o então capitão foi acusado por cinco irregularidades e chegou a ser considerado culpado por um Conselho de Justificação formado por três coronéis, em uma espécie de inquérito.

O caso, no entanto, chegou ao STM, onde Bolsonaro foi absolvido por oito votos a quatro. Bolsonaro foi julgado por ter escrito um artigo à Revista Veja, em 1986, sem pedir autorização dos superiores. No texto, ele defendia o aumento dos salários pagos às tropas. O ex-capitão também foi investigado por ter afirmado à mesma publicação, meses depois, que ele e outro oficial planejavam um ataque a unidade militares do Rio com bombas-relógio.

Em reportagem publicada pela Veja, na época, Bolsonaro explicava como se constrói uma bomba-relógio e dizia que o plano envolvia apenas "a explosão de algumas espoletas". A revista também divulgou esboços atribuídos ao ex-capitão.

Ao Conselho de Justificação e ao STM, Bolsonaro negou ter planejado qualquer ataque com bombas e citou dois testes grafotécnicos que resultaram inconclusos. Uma perícia da Polícia Federal (PF), entretanto, apontou que as anotações sobre o plano com bombas pertenciam a ele. A conclusão serviu como base para a decisão que o considerou culpado no Conselho de Justificação. No STM, o ex-capitão reconheceu a autoria do artigo, mas negou o plano envolvendo as bombas. Ele foi absolvido meses depois.

Os documentos obtidos pela Folha apontam que o deputado federal chegou a ser preso por 15 dias por "ter ferido a ética, gerando clima de inquietação na organização militar". Em 1987, Bolsonaro assinou um documento em que reconheceu ter cometido uma "transgressão disciplinar".

Procurada, a assessoria de imprensa de Bolsonaro afirmou que a reportagem "é idiota e imbecil" e perguntou "quem estava pagando" pela matéria. O assessor do deputado ainda disse que a "pauta é uma merda" e não quis anotar o telefone de contato do repórter para dar a versão do deputado sobre o tema. O parlamentar não se manifestou.

PS: Se Lula e Dilma, que não foram militares e tiveram a ficha montada pelo Regime militar a direita diz horrores, o que dirão de Bolsonaro, cuja dados são "oficiais" do STM? Subversivo? Vagabundo? Criminoso? psicopata? Bolivariano? Sindicalista? Garimpeiro?

Anônimo disse...

E quanto o polenta colocou no orçamento de publicidade?

Esse governo acabou. Vamos tentar de novo em 2019.

Anônimo disse...

privatizem logo assim é no 1 mundo, chega de atraso

Anônimo disse...

polenta com torresmo frito por cima, galeto, salchichao, radiche e vino de cassías

fabiano machado sousa disse...

A pessoa que comenta como anônimo no mínimo é um covarde

Anônimo disse...

25 milhoes nos bolsos dos amigos ja que nao consegue vender as estatais para os amigos.
O plebiscito nao passara. Vai ser mais um engodo para escoar dinheiro publico.

Anônimo disse...

NUNCA houve plebiscito pra estatizar estas porcarias, agora, para fazer o contrário tem que haver. QUEM É JUMENTO nesta terra? eu NÃO!

Anônimo disse...

Por que não fazem junto as eleições do ano que vem? Ficar gastando R$ 25 milhões quando já se está devendo as calças não é nada prudente.

Anônimo disse...

Que bom. A população decidindo diretamente o rumo do Estado. Isso se chama democracia.

Anônimo disse...

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