Editorial, Jornal do Comércio - Na crise financeira, união dos Poderes pelo Estado

Foi mesmo uma decisão histórica, após o Rio Grande do Sul penar, financeiramente, por quase dois anos e meio. Executivo, Legislativo, Judiciário, Ministério Público, Tribunal de Contas e Defensoria Pública entraram em acordo sobre a proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), após reunião no Palácio Piratini. 

Assim, a LDO de 2018, que será enviada à Assembleia Legislativa, propõe correção de 3% para cobrir o crescimento vegetativo da folha de pessoal e de 0% em custeio para todos os Poderes. 

Há tempos era pedido, pela sociedade, um modelo de cooperação em que não apenas o Executivo e seus servidores sofressem as consequências da falta de verbas, mas também o Legislativo e o Judiciário. Algo lógico, racional e, principalmente, justo, tendo em vista que o dinheiro é de todos. Logo, que o sacrifício fosse compartilhado, não apenas pelos servidores que estão recebendo seus vencimentos parceladamente, além de fornecedores e até hospitais conveniados. Por isso, o governo do Estado conduziu reuniões com as áreas técnicas dos demais Poderes e instituições para avançar nas negociações. 

O governador José Ivo Sartori (PMDB) saudou o acordo. "Conseguimos chegar a esse consenso, que vale para todos os Poderes, um momento histórico", enfatizou.

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4 comentários:

Anônimo disse...

É que o barco pode afundar e todos irão juntos, é melhor todos se "sacrificarem" agora para não penar amanhã. Sacrificar no funcionalismo público é fazer boa Gestão dos recursos.

Unknown disse...

Os reizinhos começam a ficar nus!!!
É só o começo!!!
Vai piorar!!!
BandAids e Aspirinas não vão tratar nossas fraturas expostas e cânceres!!!
Tem que cortar fundo nas carnes!!!
Quem comeu o filé, agora tem que aprender a roer o osso que sobrou!!!

Anônimo disse...

Enfim,os mandarins desceram de seus pedestais.
O fato que propiciou tal acordo,foi o profundo desgaste que nos últimos meses têm sofrido o judiciário e correlatos.
Na entrevista dada por Túlio Martins,deu para verificar seu "semblante"bem menos autoritário e mais ameno.
Parece que por algum espaço de tempo,permanecerão nesta posição.
Mas ainda há muita gordura pra queimar.
Resta que o "Cavaleiro Andante"está andando.
Sartori para governador.

Unknown disse...

Pior é que o mais simples e justo não é praticado por esta corte rendida:
Todos tem que receber seus salários em data igual perante a lei!!!
Simples assim!!!!