Artigo, Marcelo Rubens Paiva - Os monstros de Lula.

A euforia do governo Lula, “o cara”, em que a estabilidade econômica, os índices e a valorização das commodities levaram o mundo a olhar para nós com outros olhos, escondia uma aberração sobre a qual muitos comentávamos, mas éramos ignorados.

Nos chamavam de pessimistas, brasileiros com eterno complexo de vira-lata.

Alguns exemplos:

Odebrecht. Por que de repente a empreiteira baiana aparecia em todas as obras de grande porte e relevância e recebia a maior parte do dinheiro de investimentos em construção civil do BNDES?
Eike Batista. Do nada, o empresário carioca se tornava, como um magnata russo da fileira da KGB, um dos homens mais ricos do mundo, com empresas com o exótico xis no nome, financiado pelo BNDES?

JBS. Quem entendia a dinheirama pública (CAIXA e BNDES) investida numa única empresa, que comprava menores se tornou dona até das sandálias Havaianas, ícone da nossa cultura? Cujo presidente, num casamento para mil pessoas, juntou toda a classe política nos Jardins e criou a maior indústria de carnes do mundo?

A resposta todos sabiam.

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