Artigo, Geraldo Samor, Brazil Journal - Razões para não entrar em pânico.

Bem que diziam que esse Joesley não era confiável.

Humor negro à parte, o Brasil continua não sendo para principiantes. É preciso ter estômago, resiliência e imaginação para lidar com os esquerdistas embusteiros e os pragmáticos argentários.  Onde é que essa gente enfia tanto dinheiro? Se trabalhassem um décimo do que roubam, esse País seria mesmo uma potência.

Mas tudo que está errado com o Brasil pode ser consertado pelo que está certo.

Se temos que aceitar que nossa classe política (e os maiores partidos do Congresso) são essencialmente um sindicato de vagabundos, por outro lado cabe apreciar que, no combate à corrupção sistêmica, nossas instituições não estão deixando pedra sobre pedra, nem varrendo nada para debaixo do tapete.

Ainda assim, nem apenas de desconstrução vive um País. Uma República precisa de propostas, melhoria contínua, devoção.

Por enquanto, a Lava Jato está removendo a erva daninha, mas caberá ao brasileiro saber plantar a nova safra — sem emoção, e sem empenhar seu voto ao primeiro clichê fácil que aparecer.

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