BRDE financia R$ 31,6 milhões para a mina de carvão do Seival

A mina de carvão do município de Candiota fornecerá matéria-prima para geração de energia termelétrica a partir do emprego de tecnologia limpa e certificada. O minério explorado na Mina do Seival será destinado à operação da Usina Termelétrica Pampa Sul I, de propriedade da Engie Brasil Energia (antiga Tractebel), que terá capacidade de 340 MW e início da operação comercial previsto para janeiro de 2019. No pico da obra da Usina, serão gerados 1.800 empregos diretos.

Nesta quarta-feira, 12 de abril, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE e a Seival Sul Mineração Ltda. celebrarão contrato de financiamento, no valor de R$ 31,58 milhões, de um investimento total de R$ 86,32 milhões, para implantação da unidade de extração e beneficiamento de carvão da Mina do Seival, em Candiota, na região da Campanha gaúcha.

A Seival Sul tem participação acionária da Copelmi Mineração (70%), que detém 80% do mercado privado de carvão industrial do país, e da Eneva S.A. (30%).

Durante a fase de operação, a Mina do Seival, com capacidade de produção de 2,82 milhões de toneladas/ano, criará 217 empregos diretos ao longo de 25 anos.

Riqueza natural gaúcha
O Rio Grande do Sul possui 90% das reservas de carvão do Brasil e, em Candiota, se encontra a maior jazida do país, que corresponde a 38% das reservas nacionais. 

2 comentários:

Anônimo disse...

Na vanguarda do atraso. Energia solar e energia eólica são símbolos de desenvolvimento com energias renováveis.

João Leal Vivian disse...

e a CRM?
Esses mesmos empresários estão divulgando investimento em carboquímica? Como imlpantar a carboquimica no estado sem pesquisa e adaptação da tecnologia estrangeira? Demanda expertise.