Artigo, Marcelo Aiquel - Três episódios com muita desfaçatez

Ontem houve a repercussão de três novos episódios (eles se multiplicam diariamente) onde a CARA DE PAU reinou absoluta:
      
O primeiro envolvendo novo depoimento de Marcelo Odebrecht, o MO, empresário ligadíssimo à panaceia – remédio de todos os males – financeira do PT.
      
Ele – que foi o grande mecenas do Lula – bancou praticamente todas as “palestras” do iletrado, até ser preso pela Lava Jato.
      
Pois, agora, ao denunciar seu antigo protegido e AMIGO, foi obrigado a escutar a justificativa mais eivada de desfaçatez de toda a história republicana do Brasil.
      
O ex-aliado Lula da Silva teve a coragem de declarar – através de seus advogados, como convém aos grandes malfeitores – que nunca manteve qualquer relação de amizade ou negócios com quem lhe sustentou financeiramente por anos. Disse mais: que desconhece ser AMIGO da construtora que lhe bancava a vida e os projetos criminosos, além de inúmeras viagens em aviões privados.
     
Então tá. Me engana que eu gosto!
      
É inacreditável tal desculpa, que se assemelharia ao Batman jurar que nunca viu o Robin.

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4 comentários:

Cap Caverna disse...

Esse vagabundo dedo duro , o tal de LULA, não passa de um canalha nota 10! Suas respostas as acusações que lhe são imputadas, a cada dia ficam mais sem fundamento , pois é impossível explicar o inexplicável. Cadeia para este filho do capeta, fdp!

Anônimo disse...

Concordo com o Marcelo Aiquel.
Vivi os anos da ditadura, ou melhor, governo militar, e pelas chamadas já deu para perceber que a tal série apresentará parcialmente os fatos.

Il camicia nera disse...

Caros direitopatas et coxinhas, essa lavajato já encheu o saco. O Moro tem medo do Lula e da Dilma, então que entre de licença. Ou me dão as duas cerejas do bolo, os grandes felinos, ou não me encham o saco com esse "pega-pega" interminável de caça aos preás.

Anônimo disse...

Se não prenderam o Lulla até agora é porque não há provas.
Vão acabar passando um atestado de bons antecedentes ao grande líder, que voltará ao poder em 2018.
Se há provas prendam logo e acabem como esta panaceia.
As notícias sobre corrupção já encheram o saco.
Os grandes culpados estão quase todos soltos.