Artigo, Adão Paiani - Pelego

Tuma Júnior publicou esta foto de Lula no "camburão", fumando, quando foi "preso" pelo Dops de SP, na época comandado por Tumão. No livro, Tuminha diz que Lula, líder sindical emergente, era alcaguete do pai e pelego em São Bernardo.

- O autor Adão Paiani é gaúcho. Advoga junto aos tribunais superiores de Brasília.

Nasci e fui criado numa família trabalhista; com foto de Getúlio em lugar de destaque na sala, e outras de Jango e Brizola espalhadas pela casa. E sempre soube que “pelego” era a pior coisa que se podia dizer de alguém. Quase tão ruim como “dedo duro” ou “alcagüete”, que é praticamente a mesma coisa.

Minha avó de adoção, uma negra de origem yorubá, gostava de política. E me ensinou a gostar também, a ter opinião própria e não ter medo, desde que me conheci por gente. Minha mãe não gostava. Depois do que havia acontecido com meu pai, dizia que tinha de criar um filho sozinha, e não podia se “meter a besta”.

Como tinha que ser, estudava numa escola pública. Um colégio mantido pela Brigada, que é como se chama a Policia Militar no RS. 

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Fiz esse longo preâmbulo para chegar ao que interessa. Já no final dos anos ‘70, ouvia falar que o tal de “Lula” era uma cria dos milicos – mais precisamente de um tal General Golbery - para tirar espaço do verdadeiro líder da oposição ao regime militar, que era Leonel de Moura Brizola.

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O ladrão de hoje sempre existiu. 

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