Agitação pelega lulopetista eleva a cotação do dólar

A agitação provocada pela greve pelega lulopetista de ontem assustou o mercado, elevando a cotação do dólar para R$ 3,2120, alta de 0,9430.

Os exportadores gostaram.

4 comentários:

Anônimo disse...

Estamos indo rumo ao caos venezuelano !

É isso que querem esses petistas arrependidos !

Lembrando: a coalização com Temer foi ideia do Lula !

Segurem as pontas.... portanto !!

Unknown disse...

Pó pará, Políbio!!!
Até a Globo disse que o vandalismo não afetou a especulação!!!

Unknown disse...


O mercado financeiro agradece
Economia 28.04.17 18:42
A greve da pelegada teve efeito positivo no mercado financeiro. A Bovespa fechou com alta de 1%, o dólar recuou a R$ 3,17 e a percepção de risco caiu.
O Antagonista

Anônimo disse...

Ainda sem receber do governo Temer, NY Times e Le Monde falam em “greve geral histórica”, enquanto manchetes locais confirmam conluio denunciado por jornalistas.
“Greve geral histórica”, diz o francês Le Monde, enquanto a Folha de S. Paulo destaca violência sem mostrar a repressão da PM, nem as montadoras de São Bernardo que pararam completamente

“Brasil travado por greve geral contra medidas de austeridade”, destacou o New York Times

E, afinal, a denúncia do jornalista Igor Felippe de que houve um conluio entre a mídia corporativa e o governo Temer em defesa das reformas e, portanto, contra a greve geral, se confirmou.

Basta comparar as manchetes de jornais estrangeiros com as dos brasileiros, que trataram, com raríssimas exceções, de criminalizar a greve com o uso de palavras e imagens.

No início da tarde da sexta-feira, em seu Facebook, o jornalista Rodrigo Ratier já havia denunciado:

Recebi de um colega o seguinte relato. Na redação da TV Globo São Paulo, na preparação do telejornal vespertino, um editor se dirigiu aos berros à equipe, dizendo estar vetado o uso da palavra “greve geral”. Ordens superiores. A instrução, repassada por mensagem da direção ao editor, é para nomear de “protesto” de “sindicalistas e manifestantes”. Foco na baderna, pede a mensagem lida de um celular. O clima na redação é de revolta e consternação. Acabei de ver a escalada do Jornal Hoje. O termo greve não aparece. As chamadas foram exclusivamente sobre “milhões” de pessoas impedidas de chegar ao trabalho, brigas de sindicalista com passageiros com aeroporto, bloqueio em estrada, bloco de concreto “pondo trem em risco”. ATUALIZAÇÕES (28/04, 23h16): 1 — ao longo do dia, obtive a confirmação de mais uma fonte presente na redação. A cena relatada é idêntica 2 — O SPTV em sua edição noturna falou em greve geral. 3 — O JN também falou em greve (após ignorar o tema na edição de 5a feira), sinalizando uma inflexão na orientação da manhã.

Mais tarde, Igor Felippe acrescentou:

A cobertura da mídia tenta transformar a paralisação das atividades nas grandes cidades em atos isolados de uma minoria, de caráter político, de constrangimento e imposição do medo à maioria da população. A cobertura abusa de imagens de helicópteros de pequenos grupos em piquetes e trancamentos de ruas, avenidas e rodovias. Assim, as TVs tentam convencer seus públicos que a mobilização não passa de ações isoladas, escondendo que o sistema de transporte público (ônibus, metrô, trens), bancos, escolas, fábricas, centros comerciais, serviços públicos (como os Correios) não funcionaram e que os trabalhadores ficaram em casa.