Outra cidadã gaúcha é assassinada brutalmente em Porto Alegre

Outra cidadã gaúcha foi brutalmente assassinada, desta vez com facadas no pescoço, nesta segunda-feira, na zona Norte de Porto Alegre. A mulher, 23 anos, foi encontrado na área do parque Chico Mendes, durante a tarde, no bairro Jardim Leopoldina.


Ela sofreu cerca de 18 golpes com arma branca na região do pescoço. A mulher tinha um bebê recém-nascido e o marido.

5 comentários:

Anônimo disse...

Provavelmente por razões pessoais.

Unknown disse...

Bandidagem, criminosos e NarcoEstado no comando da segurança pública!!!
Acordem autoridades(três poderes): Estado de Guerra exige Medidas de Guerra!!!
Ou estão aguardando corar familiares para despertar???

Anônimo disse...

Um estado que tem como secretário de segurança o "homem da Kiss"vamos esperar o que?

Anônimo disse...

Sou catarinense e leitor deste Blog.Costumo frequentar Porto Alegre em geral por três motivos :cursos de extensão profissional,saúde e shows.Ultimamente tenho tido a impressão que se for a Porto Alegre vou ser no mínimo assaltado ou então ser assassinado.Eu pergunto para os demais leitores que puderem me responder : Esses assassinatos todos que o Políbio mostra neste blog se referem à bandidagem que está se matando entre si nas quebradas de POA,ou o cidadão comum,em locais mais centralizados,também está sendo "abatido como gado" ?

Anônimo disse...

Enquanto o Poder Público não se unir com as Forças Armadas, polícia, etc., e entrar nessas vilas, urbanizá-las, loteá-las, cobrar de todos que lá residem, esses locais seguirão marginalizados por sequer fazerem parte do mapa urbanístico de Porto Alegre,e cada vez mais se sustenta o tráfico nessas áreas. Tá na hora da iniciativa privada e da pública se unirem, tomarem conta dessas áreas, urbanizá-las ou desapropriá-las e vendê-las para empresas, reassentar as pessoas em outros locais, e poder identificar quem vive ali, dando um fim nessa proliferação de bandidos.Se não, a casa da bandidagem cada vez mais vai crescer, a ponto de ficar maior que os bairros normais nos quais cometem os crimes.