Luiz Felipe D'Ávila, Estadão - Brincando com fogo

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Em primeiro lugar, defende a agenda certa: a idade mínima de 65 anos e regras iguais para todos os brasileiros que desejam se aposentar; a livre negociação sobre o legislado entre trabalhadores e empregadores para estimular a geração de empregos formais num país que conta com 13 milhões de desempregados e mais de 60 milhões de pessoas trabalhando na economia informal; a simplificação do mais complexo sistema tributário do mundo, que aumenta a insegurança jurídica e prejudica a competitividade do País.

Em segundo lugar, o País tem um presidente da República que não teme a impopularidade política nem está preocupado com a próxima eleição, o que lhe permite defender as reformas que beneficiam as gerações futuras e a sociedade, em detrimento de interesses corporativistas dos rentistas do Estado.

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7 comentários:

Anônimo disse...

A "reforma da previdência" está ficando mais ridícula que a proposta original.
TODOS OS QUE CAUSAM O DESEQUILÍBRIO NAS CONTAS ESTÃO FICANDO DE FORA. Começou com os militares, agora professores... Vai sobrar só para os MANÉS da iniciativa privada pagarem a conta. Justo os que dão menos prejuízo.
Este Temer não tem vergonha na cara. Um medroso, pra não dizer cagão. Recua por qualquer cara feia que lhe façam. O idiota acha que assim está fazendo política.

Anônimo disse...

Se não estivesse preocupado com a próxima eleição já teria feito o que tem de fazer. Ou é covarde ou está levando algum pixuleco?

Anônimo disse...

sim devemos tirar os direitos de um trabalhador que já não recebe muito ou quase nada, para que empresários e políticos continuem em suas carreiras maravilhosas.

Façanha, o advogado do povo disse...

Ah, pedro bó, o Temer não teme as eleições de 2018 porque não se elege nem síndico de condomínio, mas os congressistas, borram-se de medo! E sem eles as "REFORMAS" não passam, certo?

Mordaz disse...

Nada mais injusto no mundo tratar desiguais como se fosse tudo a mesma bosta. Tratar os que nunca contribuem com os que fazem isto religiosamente. Tratar os que ganham mais com os que ganham menos. Os que mais estudaram com os que jamais fizeram. Os que geram as futuras gerações com os que estão aqui só para se divertir.

elias disse...

Até por aqui aparecem burros de carteirinha.

Como o presidente pode engrossar alguma coisa, se depende dos votos dos canalhas de sempre?

Quem em mente sã vai votar contra seus próprios interesses? Esses ai? Nem cogito isso.
Bananão, cada vez pior e sem futuro . Coitados dos meus filhos e de minha neta!

Anônimo disse...



No blá blá ... o colunista só esqueceu de informar que a oportunidade histórica do governo com tri atributos, fazer as reformas necessárias para o país, será muito bem sucedida,e claro, pagas pela patuleia!!! AS redes sociais não serve só para o que abordou. Pode e existe muita coisa descartável, mas não fosse as redes sociais estaríamos no início do século 20 em que qualquer noticia levava às vezes anos para chegar (distorcida e ao gosto do interessado)aos rincões do país. Sou apartidário e não me ajoelho para políticos ou sindicalistas!!!.