quarta-feira, 29 de março de 2017

Grupos estrangeiros poderão disputar pedágios em rodovias gaúchas

O governo gaúcho publicou nesta quarta-feira, no Diário Oficial do Estado (DOE), as regras para o repasse de estradas gaúchas à iniciativa privada. Conforme o edital, será considerado vencedor o licitante que ofertar o menor valor da tarifa de pedágio, podendo participar da licitação empresas nacionais e estrangeiras para a administração das rodovias por até 30 anos.

As empresas poderão disputar a licitação individualmente ou em consórcios. O marco regulatório permite que o consórcio seja formado exclusivamente por empresas estrangeiras. Em igualdade de condições, no entanto, a empresa brasileira terá preferência, conforme lei federal.

A cobrança do pedágio só poderá começar após a conclusão das obras iniciais nas rodovias e da entrega de um programa de redução de acidentes. O valor das tarifas será definido somente após a licitação dos trechos.

13 comentários:

Anônimo disse...

É que nem a "licitação" dos ônibus de POA. Ganha quem ofertar a menor tarifa, só que não. No primeiro dia da vigência do contrato a menor tarifa já ganha um robusto aumento!

Anônimo disse...

Precisamos também de obras novas. Por que não tentam contratos em que a vencedora se obrigasse a construir a estrada e depois explorá-la por 20 ou 30 anos. Também em relação às duplicações.

Anônimo disse...

Muito bom.
Favor duplicarem estradas o RS, só tem em todo o estado 160 km de estradas duplicadas, uma vergonha.
Praças de pedágio o passe livre, você não passa direto, é necessário ter mais cabines passando direto ( utilização auto expresso, coneccar, etc..), enfim automação e automação e pista dupla.
estradas como da Alemanha.
nestas condições, quem não puder pagar pedágio, vai de ônibus, bicicleta, cavalo, carona..etc.

Anônimo disse...

Como andam as extinções das fundações, já se passaram 4 meses, e até agora nada???? quando o dinheiro ira para saúde, educação e segurança pública?

Alberto disse...

Estão vendendo o Brasil?

Anônimo disse...

Pronto, já arrumaram um jeito de acabar com o caos logístico, é o povo pagando para trafegar na estrada que ele mesmo construiu, o governo americano faz esse tipo de concessão, mas a concessionaria é quem constrói a rodovia, aqui é assim, fazem a rodovia com nosso dinheiro, e depois de pronta dão de bandeja para grupos podero$o$ nos estuprar por 30 anos, isso não é um processo licitatório,é uma herança de pai pra filho, bom que diferença isso faz, a jiripoca vai piar mesmo.

elias disse...

16:46

Vendendo o bananão que vocês acabaram?

Não parasita, apenas fazendo funcionar a pequena parte que sobrou.

Anônimo disse...

Deve ser amarrado menor preço, com investimentos e melhorias, como duplicação ou extensão da estrada e alguma outorga para que o Governo utilize em estradas não pedagiadas, estradas vicinais para escoamento de produtos agropecuários.

Anônimo disse...

Deve ser amarrado menor preço, com investimentos e melhorias, como duplicação ou extensão da estrada e alguma outorga para que o Governo utilize em estradas não pedagiadas, estradas vicinais para escoamento de produtos agropecuários.

Anônimo disse...

Quer estradas ou rodovias boas pague pedágio como é no mundo civilizado.

Anônimo disse...

pode por pedágio pra todo lado, mas por favor, dupliquem. Não adianta apenas tampar buraco e deixar rodovia em boas condicoes. Tem que duplicar tudo.

Unknown disse...

Mas que cobrem pedágios a preços justos e com estradas de primeira como em Santa Catarina!!!

Anônimo disse...

Quanta estupidez, querem rodovias com padrão alemão sem o custo dos pedágios alemães. Vamos tentar desenhar, o RS quebrou foi a bancarrota, não haverá recursos suficientes para investir em infraestrutura nos próximos 20 anos ,assim como foi nos 20 anteriores. Então se o povo mais politizado do mundo quiser rodovias duplicadas,novos trechos,etc ..., terá de pagar pedágio para que isto aconteça. Os contratos de concessão anteriores foram para conserva e manutenção sem obras novas , porque isto requer investimento e com 15 anos para retorno do investimento a tarifa seria maior do que a praticada antes da AGR.