Entenda melhor as relações espúrias entre Lula-Dilma-Odebrecht x Irmãos Castro no caso do porto de Mariel

Nesta reportagem especial, intitulada "Brasil assumiu risco alto ao apoiar negócios da Odebrecht em Cuba", o jornal Folha de S.Paulo conta pela primeira vez os bastidores das negociações e também que tipo de riscos foram assumidos pelo Brasil, tudo por conta dos interesses ideológicos do PT e dos irmãos Castro. É um documento para a história.

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Em 23 de fevereiro de 2010, Luiz Inácio Lula da Silva chegou a Havana para um encontro com dois velhos amigos. Coube a Raúl Castro receber o presidente brasileiro para jantar, porque, com a saúde debilitada, seu irmão Fidel só poderia vê-lo no dia seguinte.

O clima era de cordialidade, mas eles tinham um assunto difícil para tratar: um novo empréstimo de US$ 230 milhões do BNDES para concluir o porto de Mariel, obra da construtora Odebrecht, que mais tarde se tornaria alvo da Operação Lava Jato.

Depois de muita negociação, brasileiros e cubanos haviam chegado a um impasse sobre o financiamento. Naquele jantar, Lula ouviu os argumentos de Raúl e ignorou as recomendações dos técnicos brasileiros, dando seu aval ao empréstimo milionário.

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