Badesul e PGE poderão abrir ações contra 23 envolvidos nos casos Iesa, Wind Power e D'Itália

Na foto, Tarso e Knijnik: a política industrial do governo do PT foi um rotundo fracasso. Financiamentos saíram de forma totalmente temerária.

A Comissão de Sindicância nomeada pelo governo Sartori revelou hoje que ocorreram grossas irregularidades nos empréstimos concedidos pelo Badesul durante o governo Tarso Genro para as empresas Wind Power Energia S.A.; Iesa Óleo e Gás S.A. e D’Itália Móveis Industrial Ltda.

São 23 pessoas responsabilizadas. A PGE não quis abrir a lista, apesar dos pedidos insistentes do editor.

Conforme o relatório, quanto à sistemática adotada na concessão das linhas de crédito às empresas Wind Power Energia S.A., Iesa Óleo e Gás S.A. e D’Itália Móveis Industrial Ltda. A direção do banco chegou ao ponto de mudar as normativas vigentes, especialmente em face da superavaliação do risco projeto e do risco, fazendo com que a migração de todas as atividades, desde a captação até a liberação e fiscalização da operação, passassem a se concentrar em uma única Superintendência, tinham por objetivo acelerar o processo de aprovação e liberação de linhas de crédito, em detrimento dos sistemas de controle interno e de análise de risco, importantes instrumentos de integridade, aptos a barrar operações temerárias, como as que foram analisadas.

A Procuradoria Geral do Estado recomendou que o Badesul promova a responsabilização funcional dos empregados públicos, bem como remeta os documentos necessários à própria PGE para que o goerno estadual atual ajuize Ação de Improbidade, que poderão atingir o presidente do banco na época, Marcelo Lopes, o ex-governador Tarso Genro e o ex-secretário Mauro Knijnik. Marcelo Lopes eKnijnik fram chamados para falar sobre o caso.

Será pedida ação cautelar de indisponibilidade de bens e quebra de sigilo patrimonial imediatamente.

A Comissão  reuniu mais de dez mil páginas, 20 volumes de prova documental