terça-feira, 7 de março de 2017

Artigo, Tito Guarniere - Reforma do Ensino Médio

Ninguém de bom senso dirá que o ensino brasileiro é de qualidade. E não seria exagero dizer que o ensino médio é que está na pior situação: de cada 100 alunos que ingressam no grau médio, nada menos do que 50 deles desistem no caminho.

Para superar os gargalos do ensino médio não faltaram debates, mesas redondas, audiências públicas. Eis aí um dos nossos defeitos fundamentais: somos pródigos na discussão, na retórica, no diagnóstico das nossas mazelas, mas somos lerdos, incapazes de sair do chão, botar a mão na massa e fazer.
Foi com certa surpresa que o governo Temer apresentou um projeto de reforma, que se não era - e nem pretendeu ser - a última palavra sobre a matéria, entretanto abriu perspectivas e apontou novos e promissores caminhos para o ciclo médio.

O projeto tomou em conta devida as inclinações naturais, os gostos e predileções dos alunos. O currículo não será o mesmo e igual para todo o ciclo. 

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3 comentários:

Anônimo disse...

Quem chama a esquerda de progressistas, são os próprios esquerdalhas, ele adotam politicas da idade da pedra e só querem progredir nas idiotices.Quem sempre fez o mundo dar um salto no desenvolvimento humano foram o chamados de conservadores que conservam os bons valores e progressistas nas ciências e tecnologias.Vejam um exemplo de progressistas:Venezuela, progridem como rabo de cavalo, para trás e para baixo.

Anônimo disse...

O Brasil não tem pedagogia é uma concha de retalhos. Esta reforma vem em boa hora. Depois tem que atuar nas Universidades que viraram fabrica de pós graduados fajutos que não servem para nada e 99% das pesquisas também. O ensino técnico foi abandonado em detrimento de cursos de graduação só para ter títulos.

Anônimo disse...

Podem reformar o que quiserem no ensino: nada vai funcionar.
nada funcionará com alunos que não querem estudar. No Brasil, de norte a sul, ninguém quer estudar, seja que idade tenha. Claro que sempre há os 2 a 5% de exceções para confirmar a regra. Ninguém estuda em nível algum. Dos primeiros anos até os mestrados plagiados em massa.