quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Temer vai a SP para visitar Lula no velório de Marisa Letícia

O presidente Michel Temer decidiu viajar para São Paulo. Ele quer visitar Lula e apresentar pêsames pessoalmente.

É o que informou há pouco o Jornal Nacional.

7 comentários:

Anônimo disse...

Morre um time inteiro da Chapecoense, Lula pega o avião e troca o velório dos brasileiros pelo velório do ditador Fidel Castro. A mulher do Lula morre, Michel Temer pega o avião para SP e vai prestar solidariedade ao grande Chefão que o chamou de golpista. Pra mim já é demais, está perdendo a credibilidade que tinha.

Anônimo disse...

Lula é muito poderoso. Dá pra ver com quê é comprometido o se.Temer....

Anônimo disse...

Encontro do criador e da criatura, não fosse FHC e sua cúmplice "bondade" esquerdopática e o Brasil teria se livrado de Lula quando ocorreu o mensalão, o Brasil não teria sido quebrado e a Petrobrás seria uma potência!

Anônimo disse...

bom, achei um ato de grandeza embora o 9 dedos nao mereça, hehehhe, lula e a ré que morreu nao merecem nem um aperto de mao

Anônimo disse...

TEMER GARANTE FORO PRIVILEGIADO PARA MOREIRA FRANCO. E AGORA, GILMAR?

03/02/2017 - Brasil 247

"Eduardo Cunha, o grande sócio de Temer na conspiração para derrubar a Presidente Dilma, alertou que Moreira Franco “derreteria” quando fosse revelada a delação de Benedito Júnior, ex-presidente da Odebrecht. Bingo! Saiu a delação do Benedito. Sintomaticamente, o usurpador Michel Temer sai em socorro do seu 'gato angorá', como é batizado Moreira Franco na planilha de propina da Odebrecht, e transforma a repartição do angorá em ministério. Agindo assim, para garantir foro privilegiado a Moreira Franco, Temer obstrui a justiça. O que tem a dizer o falastrão Gilmar Mendes sobre o assunto?"; artigo de Jeferson Miola.

Perguntar não ofende: Não foi GM que foi até o Jaburu, em pleno luto da morte de Teori se reunir com o traira e o gato angorá?

Anônimo disse...

Luís Costa Pinto, no Poder360: a Medicina converteu-se a uma seita satânica?

FERNANDO BRITO/ 03/02/2017 - O Tijolaço

mafia

Luís Costa Pinto, um dos mais considerados jornalistas de Brasília, autor da bombástica entrevista de Pedro Collor é um homem de texto gentil, equilibrado e humano. Por isso mesmo, hoje, no Poder360, ele mostra que jornalista, se quer ser digno, não pode ter contemplação com a grosseria, o fanatismo e a desumanidade, como foi a monstruosa “corrente de imundícies” de médicos debochando e praguejando pela morte de Marisa Letícia Lula da Silva.

Em seu indignado artigo As bestas de jaleco, Costa Pinto diz que os médicos têm de reagir “de forma dura e organizada” aos que fazem com que a Medicina pareça ter ” se convertido aqui no Brasil a uma seita satânica seguida como profissão de fé por seres grotescos –sem alma, sem cérebro, sem compreensão do mundo, sem dó ou compaixão.”

Eles descreve as mensagens e atos – a esta altura já do conhecimento de todos – da reumatologista Gabriela Munhoz,d o cardiologista Ademar Poltronieri Filho, do urologista Michael Hennich e do neurologista Richam Faissal Ellakkis” nas redes sociais -aos quais chama de “seres abjetos” e as compara a outras, tão criminosas quanto, que povoam o noticiário.

Os valores dessa verdadeira quadrilha de médicos que rasgaram seus juramentos aos princípios de Hipócrates e espicaçaram qualquer solidariedade humana podem –e devem– ser comparados aos patéticos protestos contra o desembarque de doutores e doutoras cubanos no âmbito do programa Mais Médicos levado a cabo no primeiro governo da ex-presidente Dilma Rousseff. Podem e devem, ainda, ser analisados em paralelo com a atitude criminosa de ortopedistas do Distrito Federal que prescreviam cirurgias de colocação de próteses ósseas desnecessárias e introduziam no corpo dos pacientes peças de segunda mão –matando muitos de infecção, restringindo o movimento de outros e assaltando-os abertamente ao superfaturar os procedimentos clínicos e cirúrgicos.

Somam-se os exemplos e os paralelos. Multiplica-se a solidariedade da infâmia, com a corporação protegendo aos seus e deixando a sociedade à mercê da sorte. Abatido pela onda de ódio conservador e primitivo contra os médicos cubanos, o Mais Médicos se liquefez e devolveu à incerteza e à intermitência o atendimento a milhares de brasileiros, sobretudo nas cidades do interior, porque o exercício da Medicina é encarado por essa corja de “doutoras” e “doutores” como Munhoz, Elliakkis et caterva como uma ação entre amigos da mesma classe, do mesmo credo, do mesmo grupo e com o mesmo objetivo.(…)

A ação dos vermes de jaleco que abusaram da agonia de Marisa Letícia não pode ficar impune no meio médico. Caso fique, toda a corporação corre o risco de começar a ser tratada com o desprezo que bandidos assim merecem. E sentirão a dor da discriminação que se dedica a quem vende a alma a seitas de fanáticos. Médicos como os que se integraram a essa corrente da infâmia nascida no Sírio-Libanês são passíveis do desprezo e merecedores de todos os castigos divinos.

Leia, por favor, o artigo de Luís Costa Pinto no Poder 360. É o chicote brandindo contra quem viola o templo do corpo humano. É das coisas que fazem a gente ter orgulho da profissão e dos valores que abraçou.

Anônimo disse...

Moreira no Ministérios não é nomeação, é confissão:

FERNANDO BRITO/ 03/02/2017 - O Tijolaço

amarildomoreira

Poucas coisas na política brasileira foram tão deploráveis quanto a elevação de Moreira Franco à condição de Ministro em função das delações premiadas mais que suficientes para estabelecer que é ele um dos operadores de Michel Temer.

A começar da incrível diferença com que este assunto foi tratado em relação à frustrada indicação de Lula para a Casa Civil de Dilma Rousseff, que escandalizou os comentaristas da mídia e ao Supremo, que a impediu de concretizar-se.

A nomeação de Lula era claramente política: um governo em desagregação, sabotado por todos os lados, precisava de uma figura política de primeira grandeza um interlocutor de largo trânsito para salvar-se o destino que já lhe tinha sido traçado: o do impeachment.

Lula, por maior que pudesse ser sua relação com Dilma, não habitava Brasilia, não integrava o governo, não podia encaminhar acordos ou decisões.

Ao contrário, fora do Governo, tudo o que fizesse seria, automaticamente, “interferência”.

A nomeação de Moreira Franco, ao contrário, é apenas um “privilégio de foro”

Moreira é, desde que foi escorraçado do Governo do Rio de Janeiro, uma figura da penumbra. “Personal consultant” de Fernando Henrique, segundo Eliane Cantanhêde, “confiável se longe do cofre”, para o ferino Antonio Carlos Magalhães, foi enfiado por Temer nos governos Lula e Dilma. E tornou-se, ao ser expelido, o pilar “teórico” da conspiração, com sua “Ponte para o Futuro”, reduzida a “pinguela” por seu ex-chefe FHC.

Citado diretamente na delação da OAS, brecada por Rodrigo Janot e repetido nas da Odebrecht, Moreira é um Geddel Vieira Lima que não palita os dentes em público. Não tem a menor simpatia no parlamento, não articula politicamente senão com quem tem negócios com o Governo.

Na iminência da conclusão das delações da Odebrecht, guindá-lo á condição de ministro – para, aliás, fazer o mesmo nada que fazia no Planalto, a não ser estruturar os esquemas de privatizações – não é uma nomeação, é uma confissão.

A “gangue dos quatro” – Primo Padilha, Babel Geddel e o líder MT – sabe que o Angorá tem tão pouco caráter que, apertado, não hesitaria em, como sempre fez, empurrar adiante as responsabilidades por negócios.