Romênia vai revogar decreto sobre corrupção

O primeiro-ministro romeno, Sorin Grindeanu, após protestos em massa em todo o país nos últimos dias, considerados os maiores desde a queda do comunismo, em 1989, anunciou na sexta-feira que revogará o Decreto que descriminaliza casos de corrupção com valores de até 44 mil euros, ou o equivalente a R$ 147.840,00.

Entre as razões que levaram o primeiro-ministro a voltar atrás, foi a comoção pública criada com a aprovação, às pressas, dessa medida, criando revolta do povo e levando milhares de manifestantes às ruas. Para amenizar a situação, o primeiro-ministro disse que o governo vai realizar uma reunião extraordinária neste domingo para providenciar o cancelamento do decreto e definir novas medidas a serem tomadas.

5 comentários:

Anônimo disse...

Mirem-se no exemplo da Romênia! Aqui no Brasil não pode dar trela aos ladrões e corruptos que minaram o sonho de uma vida melhor para milhões de brasileiros. Cadeia para ORCRIM!!!!!!!

Anônimo disse...


Com o Face e o Whatts, a democracia direta grega voltou as praças.

sempre mais disse...

Esse povo sentiu na carne o que é o comunismo. Não vão se deixar ser enganados outra vez. Sentiram cheiro de carne queimada. Parabéns povo romeno! Na ditadura comunista até a ginasta Nadia foi estuprada pelo dono do país, que me recuso a falar o nome. Só quando passarmos pelo que esse povo passou, vamos entender o que Lula quer pra nós. Acorda povo!

Anônimo disse...

Os bandidos e ladrões da Romênia ainda tem na memória como foi o sumaríssimo
julgamento do ditador comunista CEAZESCU e mulher, metralhados logo após
o julgamento. E o povo de lá também!!! O Povo romeno ameaça dar "NOVA DOSE"
daquele remédio aos corruptos de lá. Já os corruptos e ladrões do lado de cá de além mar estão mais atirados para trás do que pica-pau em tronqueira, levando uma vida flauteada e certos de que se depender do STF das forças armadas o artigo 142 NUNCA SERÁ aplicado contra eles.

Anônimo disse...



A guerra civil do Brasil começou faz tempo.

Apenas as autoridades não enxergam.