sábado, 4 de fevereiro de 2017

Justiça Federal absolve Eliseu Padilha no caso Ulbra

O ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi absolvido pela 2ª Vara Federal de Canoas (RS) em ação de improbidade administrativa. Ele havia sido acusado de celebrar contrato de consultoria com a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) em troca de interferência política em favor da universidade. 

O Ministério Público Federal (MPF) apontou que a Fonte Consultoria e Assessoria Empresarial Ltda e a Rubi Assessoria e Participações Ltda, do então deputado federal, prestaram serviços remunerados de consultoria e assessoria à Comunidade Evangélica Luterana São Paulo (Celsp), mantenedora da Ulbra. A universidade teria concedido bolsas de estudo sem os requisitos legais a pedido de Eliseu Padilha.

Após analisar todo o conjunto probatório, entretanto, o juiz federal Felipe Leal concluiu que a universidade, à época, constituía-se em entidade privada. Segundo Leal, não teria sido comprovada a atuação do parlamentar em favor dos interesses da Ulbra. “Em outras palavras, ausente o nexo de causalidade entre a vantagem patrimonial e a condição de agente público, não há prova do ‘comércio’ do mandato”, analisou. “Gizo que agendamentos de reuniões, atendimentos em Brasília, etc, não são suficientes para imputar a um parlamentar uma atividade ilícita. Tais condutas, como se sabe e notório é, são comuns entre os agentes políticos e muito disso se deve a defesa dos interesse dos Estados que representam”, acrescentou.administrativa. Ele havia sido acusado de celebrar contrato de consultoria com a Universidade Luterana do Brasil (Ulbra) em troca de interferência política em favor da universidade. Também respondiam ao processo o ex-reitor da Ulbra Ruben Becker, o empresário Luiz Alberto Verza da Rosa e duas empresas. A sentença, do juiz federal substituto Felipe Veit Leal, foi publicada nesta sexta-feira.

8 comentários:

Anônimo disse...

Faltou culhőes, concluíram que ele recebeu 35milhões de uma entidade privada, mas sem contra partida através do seu mandato, ou seja, foi doado por bondade. Vergonha da justiça Brasileira, deve ter sido comprada. Negócio aqui é ser bandido, é o que compensa.

Anônimo disse...

Será que foi i ministro Gilmar Mendes que o absolveu???

Se não foi , mas deve ter tido a participação do Gilmar.

godofredo disse...

O Judiciário tem que ser passado a limpo, URGENTE!!!

Anônimo disse...

Quem tem dinheiro para pagar bons advogados pode roubar a vontade

Anônimo disse...

Juízes mantém tantaa regalias, inclusive de escapar da prisão indo pra aposentadoria, graças aos perdões que distribuem aos corruPTos e corruPTores em ação no circus brasilis.
Tenho vergonha do país em que vivo!

Anônimo disse...

Alguem esperava algo diferente?
Esqueçam....o pais é deles..nós só servimos para pagar as contas....vivemis sibre a égide de uma corte...nós ...vassalos.

Anônimo disse...

Se desconfiada, agora se sabe, a razão pela qual foi aprovado o curso de mendicina nesse pardieiro chamado ULBRA!

Anônimo disse...

Ele recebeu milhões para bater papo com o reitor ...