quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Hospital libera Padilha para o trabalho na Casa Civil

O ministro da pasta, Eliseu Padilha, recebeu alta médica na manhã desta quarta-feira após ter sido internado com obstrução urinária provocada por uma hiperplasia prostática benigna, que gera aumento excessivo da próstata.


Padilha estava internado no Hospital das Forças Armadas de Brasília desde a noite de segunda.

Nos últimos quatro meses, esta é a terceira internação de Padilha, que foi atacado antes por dores nas costas e labirintite.

7 comentários:

Anônimo disse...

É A IDADE DO CONDOR!

Anônimo disse...

Qual será a próxima falcatrua do Padilha que a imprensa vai divulgar, afinal, toda semana sai uma.
E o pior, é que ele está cada vez mais forte no ministério do Temer

Anônimo disse...

Nassif: hipocrisia nacional não resiste à luz do sol:

22/02/2017 - Brasil 247

"O jogo do PGR e da mídia é fundamentalmente hipócrita. Mas não há hipocrisia que resista à luz do sol. A cada dia que passa, mais nítido fica a parcialidade da mídia e de Janot. A recuperação de parte da popularidade de Lula é a prova mais significativa. Com as revelações da Odebrecht, o leão se contentará apenas com a carne de petistas ou irá querer carne nova?", diz o jornalista Luis Nassif; "Na bomba Odebrecht, o sistema Globo e os jornalões certamente focalizarão preferencialmente no PT e no PMDB. Mas não haverá como esconder os malfeitos dos tucanos".....

Alberto disse...

Padilha, da turma do "eu não sabia", quer a todo custo fazer a Reforma na Previdência enquanto ganha uma fortuna em aposentadorias.

Anônimo disse...

“Falação castigada”, o novo bloco da Lava Jato:

22/02/2017 O Tijolaço

Hoje, a coluna Painel, da Folha, traz uma intrigante nota:

As perguntas encaminhadas por Eduardo Cunha a Michel Temer podem se voltar contra o ex-deputado. O Ministério Público acendeu o alerta sobre o teor dos questionamentos e entende que, se for caracterizado algum tipo de pressão, pode vir a usá-los como argumento de que Cunha ainda tenta influenciar a investigação da Lava Jato e não deve ser solto. A tese encontra eco em parte do STF que não tem intenção de libertar o peemedebista quando seu habeas corpus chegar ao tribunal.

O juiz Sérgio Moro fez escola.

Não é mais apenas ele que “não admite” que Cunha fale qualquer coisa que possa parecer uma “prensa” sobre seu cúmplice (ao menos, político) que enverga a faixa presidencial.

Antes, com Lula e Dilma, o “algum tipo de pressão” era deixar o desgraçado preso até fazer alguma confissão que os tentasse atingir.

Agora, é deixar o desgraçado preso se ele falar alguma coisa que atinja Sua Usurpência.

Que poder teria Eduardo Cunha, sem mandato e sem poder, para pressionar o Presidente da República?

Mas parece que chegaram novos foliões ao bloco da Falação Castigada neste Carnaval, que desfila com o enredo “Não Bole com o Mordomo” e suas fantasias de capas pretas esvoaçantes.

Anônimo disse...

Dizem por aí que foi uma hiperplasia propinática maligna L. V.
*lava jato.

Anônimo disse...

CRISE ECONÔMICA: Para economista, governo quer convencer população de que 'é bom perder direitos'. Ao dizer que recessão terminou, ministro da Fazenda usa estratégia midiática, em momento de fragilidade das pessoas. "Com argumento calculado e repetição, você convence pessoas que tomar veneno é bom":

22/02/2017 - RBA

São Paulo – A fala do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ontem (21), segundo a qual a recessão brasileira acabou, “é o tipo de declaração para vender otimismo e um resultado que ainda não veio”. Mais do que isso, para o economista Guilherme Mello, professor do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), a declaração de Meirelles faz parte de uma estratégia midiática que envolve milhões de pessoas, muitas das quais acabam sendo convencidas de que o país e a economia vão bem e que reformas contra seus próprios direitos são positivas para elas e para a nação.

“Você consegue, com a propaganda certa, o argumento calculado e a repetição, convencer pessoas que tomar veneno é bom. Por mais que a realidade diga que a coisa vai muito mal, exatamente por isso as pessoas querem e precisam acreditar que vai melhorar. Então, se usa esse momento de fragilidade das pessoas para bombardear uma mensagem de otimismo através da imprensa, repetidamente, para ver se a coisa cola”, diz Guilherme.

Com base nessa estratégia, o economista prevê que, para emplacar a reforma da Previdência, os atuais governantes vão tentar convencer as pessoas de que elas ganharão com as mudanças, que, na verdade, significarão a retirada de grande parte da chamada rede de proteção social que o povo brasileiro ainda tem. “Explora-se o medo, as necessidades e os desejos das pessoas para convencê-las de que coisas que as prejudicam, na verdade, são para o bem delas, que é muito bom para elas perderem o direito de se aposentar, e parte das pessoas vai acreditar. Isso é grave.” ...