Sartori edita decreto para apertar mais ainda os cintos

O Governo do Estado publicou nesta segunda-feira, no Diário Oficial, o decreto de Nº 53.429 que tem a finalidade de manter a política de contenção de gastos na administração direta, autarquias e fundações.

As orientações anteriores dos decretos publicados desde o início da gestão, bem como o de número 53.303, de novembro de 2016, que decretou estado de calamidade financeira no Rio Grande do Sul, foram mantidos. Para o governador José Ivo Sartori a medida é necessária para enfrentar a crise econômica. A ressalva é quanto a “Medidas Excepcionais”, que podem ser tomadas quando houver interesse público mediante deliberação da Junta de Coordenação Orçamentária e Financeira (Juncof).

4 comentários:

Unknown disse...

Dá-lhe Sartori... em frente, marche!!!

Anônimo disse...

Boa Tarde Políbio.Um amigo que trabalha na FDRH,me disse que lá nem precisa este decreto.Ele disse que a FDRH e talvez as outras,parece que parou no tempo.Os servidores só vão lá para bater ponto além do prédio arcaico,velho,sujo.O que me impressiona então,devido a este relato,o porque da demora do velho gringo em começar a valer o que foi votado na Assembleia,para demissões e o fechamento das fundações.Ele quer conter gastos,mas continua tudo na mesma,ou pior,porque antes entrava um dinheirinho,agora nadica.Gastos com luz,água,salários...muita amarração deste gringo.Manda logo embora quem pode mandar e deu...já está votado mesmo....política aqui no Brasil é a vanguarda do atraso.

Anônimo disse...

Sartori não tem nenhuma proposta de governo senão cortar gastos. Exceção claro com publicidade do governo. Sartori nem que você gaste bilhões em publicidade você não se elege mais nem para presidente de bairro.

Anônimo disse...



Pilantra safado, por causa -única e exclusiva- dos políticos incompetentes e não raro corruptos, o RS está nesta situação.

Agora quer dar o calote em meio mundo.

Sem investimentos na educação, saúde e segurança, em breve seremos o ES ou algo pior. Já que nem mesmo os recursos humanos e financeiros prometidos para o RS pelo Temer, dentro do -anunciado com muita pompa- Plano Nacional de Segurança Pública, tem data para serem pagos ou começarem a trabalhar.