Em Nota Oficial, Estado nega venda de patrimônio ambiental

Contestando diversas notícias que circularam, nesta quarta-feira, sobre uma ação pública ajuizada pelo  Ministério Público Estadual (MPE) contra a venda da área do Jardim Botânico de Porto Alegre e pela preservação do patrimônio científico da Fundação Zoobotânica e do Museu de Ciências Naturais, o Governo do Estado emitiu uma  nota oficial, afirmando que não irá vender nenhum patrimônio ambiental.

Ele também alegou que a ação do MPE não levou em conta a lei de extinção aprovada no Plano de Modernização do Estado, onde o Parque Zoológico de Sapucaia do Sul, o acervo do Museu Rio-Grandense de Ciências Naturais e o Jardim Botânico de Porto Alegre como bens públicos e Patrimônio Ambiental do Estado não serão vendidos.

CLIQUE  AQUI para ver a Nota Oficial.

3 comentários:

Anônimo disse...



A politica do Polenta é esta mesmo, desde que assumiu -no papel- o governo do RS, ele vem a público desmentir suas reais intenções.
Primeiro acenou com os parcelamentos, como não houveram manifestações consideráveis, ele colocou em pratica. Depois foram os projetos maléficos, os que não foram muito contestados foram a votação, já os que tiveram resistência ficaram para depois.

Assim foi com a intenção de venda da CEEE, Sulgas e Banrisul, primeiro faz os boatos que se não tiverem manifestações contrárias, põe em prática suas intenções.

Não esqueçam que estamos lidando com astutos políticos safados, pilantras e não raro corruptos, em especial o Polenta que usou até a coitada da mãe para se eleger.

Anônimo disse...

O MP joga para plateia, instituição populista de demagoga. Quando a impressa vai acordar.

Anônimo disse...



Não sei de MP, de Polenta, de nada disso. O que eu sei é que um patrimônio verde como o do Jardim Botânico não se encontra em prateleira de supermercado.

Nem pagando, encomendando, ..

Se Porto Alegre perder o Botânico, perde sua ultima ilha de oxigênio.

Duvido que o Jardim Botânico resolva o problema de índice de IGPM para pagamento da dívida com o Governo Federal...isso não é culpa dos portoalegrenses!