domingo, 12 de fevereiro de 2017

Editorial, Estadão - Os méritos da Lava Jato

É dever de todos preservar as condições para que a força-tarefa possa chegar a bom termo, investigando com diligência e denunciando com consistência.      

A declaração do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a respeito das prisões decretadas no âmbito da Operação Lava Jato causou desconforto em muitos que confiam no bom trabalho da força-tarefa. “Temos um encontro marcado com as alongadas prisões que se determinam em Curitiba. Temos que nos posicionar sobre esse tema, que conflita com a jurisprudência que construímos ao longo desses anos”, disse o ministro.


Embora também haja quem diga ser inconveniente um ministro do STF fazer esse tipo de declaração, assiste razão a Gilmar Mendes quando discorre sobre a necessidade de os tribunais superiores analisarem a conformidade com o bom Direito das ordens de prisão decretadas pelos juízes de primeiro grau.

CLIQUE AQUI para ler tudo.

6 comentários:

Nelson disse...

No galpão, na reunião quebrou o pau desde o nascimento de Getulio até nossos dias nada muda, cala, cala, sobra para o povão limpar o resto do panelão.

Anônimo disse...

A mais alta Corte do Brasil tornou-se partidária de um só partido. Perdeu sua independência em julgar com imparcialidade, pois precisa retribuir a indicação do cargo. Sendo assim não há moral para julgar qualquer processo. Estão comprometidos.

Anônimo disse...

Gilmar Mendes orbita por todos os lados. Não se posiciona em suas convicções. Penso que esteja agindo em conformidade com a responsabilidade que seu cargo exige. O povo está acompanhando o desenrolar da Lava Jato. Que será que está acontecendo? Hummm

Façanha, o advogado do povo disse...

Prisão Provisória é transitória, não pode se prestar a coagir, forçar, alguém a delatar para se livrar solto. Não pode eternizar-se, gerando uma reação em cadeia de novas prisões, que vão gerar novas delações, que vão gerar novas prisões "provisórias" intermináveis, até todos os políticos estarem atrás das grades. Moro está convencido ser o Anjo Exterminador das araucárias.

Mr. Lincoln disse...

O ministro do STF Gilmar Mendes está certo, Prisão Provisória é transitória, não pode se prestar a coagir, forçar, alguém a delatar para se livrar solto. Não pode eternizar-se, gerando uma reação em cadeia de novas delações e prisões, que vão gerar novas delações, que vão gerar novas prisões "provisórias" intermináveis, até todos os políticos estarem atrás das grades. Moro está convencido ser o Anjo Exterminador da classe política.

Anônimo disse...

Até tu Estadão??? Já não chega a Veja, comprada pelos corruptos para desestabilizar a Lava Jato?!