sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Celso de Mello intima Temer a se explicar sobre nomeação de ministro

O ministro do STF Celso de Mello, deu prazo de 24 horas para que o presidente Michel Temer se pronuncie sobre as circunstâncias da nomeação de Moreira Franco como ministro da Secretaria-Geral da Presidência.

Só depois ele irá decidir se defere ou não os pedidos de liminar impetrados pelo PSOL e pela Rede Sustentabilidade contra a nomeação.

Quando Mello deliberar, o STF unificará o veredito em todo o país, pois decisões do Supremo têm força vinculante em relação aos juízos de primeira instância.

13 comentários:

Anônimo disse...

dá nada, tudo dominado.....o STF é nosso...ass. coxinha arrependido

Anônimo disse...



É inexplicável a pilantragem, pode até tentar enrolar, mas explicar não tem como.

O certo é que o país está tomado de ladrões, em todos os níveis da administração pública.

Anônimo disse...

Tem que intimar o presidente da FDRH, que esta se fazendo de sonso , e não esta fazendo a transição para o fechamento das portas desta instituição obsoleta, atrasada e ineficiente.

Anônimo disse...

Tem um pensamento que diz: " o verdadeiro amigo não te coloca em situações de constrangimento". O Moreira Franco pode ser tudo do Temer, menos amigo.

Anônimo disse...

O problema é quando um amigo sabe dos trambiques do outro, anônimo das 12:24!

Anônimo disse...

Tem um dedo duro q trabalha na fdrh q não para de postar...ehehe. amiguinho tu já tá identificado e o of justiça gosta de ti ehehehe

Anônimo disse...

Vejam: Rodrigo Maia é casado com enteada de Moreira Franco. Tudo em famila. certo?

Anônimo disse...

A cara do Ceso de Melo diz que ele ainda não deu seu parecer só para poder
"VALORIZAR O SEU PASSE", como já fez outra vezes, lembram daquela cria dele,
o tal de "EMBARGOS INFRINGENTES", para absolver ou reduzir as penas da
quadrilha petralha????

Anônimo disse...

Intima de mintirinha, a intimação é protocolar. Obvio que ele vai liberar o gato angorá para assumir o Ministério.

Anônimo disse...

Com Temer no poder, o "Estadão" se volta contra a Lava Jato, por José Antonio Lima:

10/02/2017 - Jornal GGN

Os editoriais do jornal abandonam a campanha "anticorrupção" e voltam sua mira aos investigadores

Não é segredo que os integrantes da força-tarefa da Operação Lava Jato, assim como o juiz Sergio Moro, responsável por julgar as ações em primeira instância, contam com o apoio da imprensa para avançarem o combate a corrupção. (...)

Neste contexto, editoriais recentes do jornal O Estado de S.Paulo, aqueles que exprimem as opiniões dos donos do jornal, devem causar certa estranheza aos procuradores e ao magistrado. Após apoiar com afinco as investigações que ajudaram a viabilizar a derrubada de Dilma Rousseff, o Estadão se voltou contra a Lava Jato.

Ataques a Dallagnol
Na segunda-feira 7, o jornal escolheu como alvo Deltan Dallagnol, o coordenador da força-tarefa. "Tem gente com poder sobre a operação que, sob o argumento de punir todo e qualquer ato de corrupção, deseja inverter a mais elementar lógica jurídica, pondo em risco o trabalho de toda a operação e, assim fazendo, consagrar no Brasil o direito autoritário, próprio das tiranias", afirma o Estadão.

Na sequência, o jornal diz que Dallagnol procura uma "relativização do direito de defesa" e o critica por defender que "a existência de processo penal contra uma pessoa seria elemento suficiente para alterar o juízo sobre sua inocência" e que a "existência de prova 'para além de uma dúvida razoável' seria suficiente para condenar o réu".

Nesta quarta-feira 9, o Estadão voltou à carga contra Dallagnol. Em novo editorial, denunciou "manifestações a favor de um Direito autoritário, próprio das tiranias", bancadas pelos procuradores e atacou a OAB e o próprio MPF por não censurarem o procurador, defensor de "abusos", segundo o jornal. (...)

As "Dez Medidas" são boas ou ruins?
No editorial desta quarta-feira 9, o segundo contra Deltan Dallagnol em três dias, o Estadão aproveitou para criticar as "Dez Medidas Contra a Corrupção", idealizadas pela força-tarefa da Lava Jato, bancadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e defendidas por Dallagnol em uma grande campanha pelo País.

Para o Estadão, as medidas contêm em seu bojo "explícitos abusos", "como a aceitação de provas obtidas ilicitamente, restrições ao habeas corpus e o fim, na prática, do prazo de prescrição".

Em julho passado, o jornal pensava diferente. No dia 21 daquele mês, o Estadão publicou o editorial Antes tarde do que nunca para celebrar o avanço das Dez Medidas na Câmara. (...)

O que motivou a mudança?
A chave para entender a mudança de posição do Estadão não está na atuação de Moro e da força-tarefa, que persistem iguais desde o início da Lava Jato, ou em uma repentina conscientização dos donos do jornal a respeito de como a sociedade brasileira deve avançar. Está no funcionamento de uma redação no Brasil.

Assim como todas as redações nacionais, o Estadão tem em seus quadros uma série de jornalistas competentes e gabaritados. A liberdade de atuação de editores e repórteres varia, no entanto, conforme a "maré". O ímpeto jornalístico da redação é libertado quando os alvos das reportagens são de interesse dos donos da publicação, mas contido quando não interessa a eles. (...)

Confirmado o impeachment, a maré virou. A ênfase sai do combate à corrupção e passa para uma alegada proteção de direitos fundamentais. O objetivo único da mudança do Estadão parece ser, entretanto, proteger seus interesses, contemplados por Michel Temer (PMDB), e, por consequência, o próprio governo. Nos últimos dias, o Planalto tem armado uma arapuca para a Lava Jato. Será que os donos jornal embarcaram na expedição?

Anônimo disse...

Novo normal: enquanto o ES afundava no caos, Moraes caitituava votos para o STF em “love boat”. Por Kiko Nogueira:

10 Feb 2017 - DCM

O novo normal do Brasil pós-golpe é de encher os olhos.

No mesmo dia em que o Espírito Santo chegava à marca de 100 mortos no caos instalado, o ministro da Justiça licenciado Alexandre de Moraes recebia uma “sabatina informal” de senadores num barco peculiar em Brasília.

Foi na noite de terça, dia 7. De acordo com o Estadão, oito parlamentares participaram do encontro.

Moraes foi questionado, entre outras coisas, sobre seu envolvimento com o PCC, legalização das drogas e prisão em segunda instância.

Estavam no jantar os senadores Benedito de Lira (PP-AL), Cidinho Santos (PR-MT), Davi Alcolumbre (DEM-AP), Ivo Cassol (PP-RO), José Medeiros (PSD-MT), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Zezé Perrella (PMDB-MG).

A chalana Champagne é a casa flutuante de Wilder Morais, do PP de Goiás. Ele e Lira são membros titulares da Comissão de Constituição e Justiça e outros dois, Petecão e Cassol, são suplentes.

Segundo a reportagem, a conversa se estendeu madrugada adentro. A certa altura, Moraes foi perguntado sobre o time para o qual torce.

Depois de responder que era o Corinthians, lhe disseram que ele não poderia ir par ao Supremo “porque não tinha uma das características básicas par se tornar ministro, que é a de ter conduta ilibada”. Divertidíssimo.

O barco de Wilder ((foto Andreza Mais / Estadão)
O barco de Wilder (foto Andreza Mais / Estadão)


Moraes avisou à imprensa que visitará todos os 81 senadores. Anda com o aparato do estado para fazer isso. Um assessor especial de Michel Temer, o ex-deputado Sandro Mabel, o acompanha.

No ano passado, Mabel articulou votos para tentar salvar Cunha da cassação, trabalhou pela candidatura de Rodrigo Maia para a Câmara e compareceu às votações decisivas do impeachment de Dilma.

Aparece numa delação premiada como responsável por inserir uma medida provisória para atender um empresário ligado à indústria farmacêutica.

“No mundinho do diz-que-diz de Brasília a fama das viagens vespertinas da chalana, quando singra as águas do Lago Paranoá com passageiros severamente selecionados e recomendados, dispensa o afrancesado ‘Champagne’ e abraça o pragmático anglicismo do apelido ‘Love Boat’. Sim: ali o amor está sempre a bordo”, escreve Luís Costa Pinto no Poder 360.

Wilder é ex-marido de Andressa Mendonça, que o trocou pelo bicheiro Carlinhos Cachoeira. Foi Cachoeira quem o indicou para a vaga aberta com a cassação de Demóstenes Torres. A folha corrida dele é vasta.

Na pasta que ocupou, Moraes tem como pináculo de sua gestão a prisão de dez pobres coitados acusados de planejar ato terrorista na Olimpíada. Um deles morreu na cadeia.

No auge da crise dos presídios, cravou que a situação estava sob controle. Detentos ainda se degolaram por vários dias.

O Espírito Santo tem toque de recolher por WhatsApp e cadáveres apodrecendo nas ruas. As negociações com PMs emperraram. O Rio de Janeiro está em pânico porque a situação pode se repetir por lá. A greve dos policiais fluminenses bate à porta.

O Brasil não tem ministro da Justiça. Aquele que está sob licença não vê qualquer problema, moral ou ético, em navegar num lago brasiliense com as melhores companhias, ao mesmo tempo em que capixabas não saem de casa. Ninguém lhe pergunta nada.

É o novo normal. A má notícia — e a boa — é que não tem como acabar bem.

Anônimo disse...

kkkkkkk e a boneca vai intimar o Lula quando ?

Anônimo disse...

Esse juizeco de melda faz parte da ORCRIM, como bem já demonstrou outras vezes. Não foi a toa que já foi chamado de juiz de merda - isso, por outro juiz, que agora não me ocorre o nome. NÃO ACREDITO EM CELSO DE MELLO - É O REI DA ENROLAÇÃO!