Artigo, Marcelo Aiquel - Inês é morta

- O título original do artigo é "O passamento de Marisa Letícia".

Dona Marisa Letícia Lula da Silva faleceu.
     
Dona Marisa Letícia foi primeira dama do Brasil.
     
Segundo uma parte da mídia, Dona Marisa Letícia tornou-se santa. Pura e inocente. Inatacável.
     
Por ser a esposa do Lula. Só por isso!

Porque, com sinceridade, alguém pode – conscientemente – apontar UMA SÓ OBRA em prol dos carentes, criada pela falecida?
     
Ou seja, agora pedem respeito à memória da morta.
     
Respeito que seu próprio marido nunca teve por ela, haja vista o “caso” – notório e público – que o ex-presidente manteve com a Senhora Rosemary Noronha, às costas da primeira dama.
     
Ora, respeite para ser respeitado, diz o velho adágio popular.

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20 comentários:

Anônimo disse...

Nem a sombra deste suspeito confia nele, dizem que em jogo de cartas de paciência ele sempre ganha, mesmo que faltem algumas cartas no baralho!

Unknown disse...

Bingo!!!
Sem falar dos impropérios que ella proferiu nas poucas reações de indignação que teve em relação à roubalheira que os Lulla da Silva promoveram!!!

Anônimo disse...

Quem tem a moral de biblicamente expulsar os vendilhões do templo? Certamente não está na foto. Posso apenas ver cinismo, hipocrisia e falsidade.

Anônimo disse...

WILSON GOMES: LULA É POBRE E POBRE “TEM DE SOFRER CALADO”:

06/02/2017 - Brasil 247

Primeiro apareceram os que acusaram Lula de pecado futuro: vai usar a morte da esposa para se fazer de vítima. Acusar alguém de pecados ainda não cometidos é uma tentativa de fechar ao acusado uma alternativa, de desqualificá-la de antemão: “vai doer, mas chorar você não pode; tente, então, ficar quietinho”. “Fazer-se de vítima” é uma dessas expressões curiosas da alma brasileira, vez que quem acusa o interlocutor de se fazer de vítima geralmente está fazendo o papel de verdugo. O carrasco está barbarizando, mas, por favor, tenha compostura, “não se faça de vítima”.

Depois apareceram as condenações pelo “uso político do velório”. Como pode um sindicalista e político enterrar a própria esposa com um coração de político e sindicalista? Tinha que ter havido discrição, silêncio. Como pode um sujeito enterrar a sua companheira de vida, cuja morte foi, no mínimo, acelerada pelo desgosto e por acusações que, segundo ele, são injustas, berrando, esperneando, acusando? Não, o certo era ficar quietinho ou, se fosse mesmo para fazer drama, que se cobrisse de cinzas, batesse no peito, em lágrimas, e gritasse “mea culpa, mea maxima culpa!“.

Fosse apenas questão de ser sommelier do luto alheio, até me pareceria razoável. Afinal, o Facebook é principalmente uma comunidade de tias velhas desaprovando as saias curtas e os comportamentos assanhados dos outros. Mas, é mais que isso. Pode haver um aluvião público de insultos, augúrios de morte e dor, e difamação à sua esposa, durante duas semanas, mas Lula não pode mostrar-se ultrajado ou ofendido, não pode desabafar do jeito que pode e sabe, não pode espernear. Em vez do “j’accuse“, o certo seria a aceitação bovina do garrote, da dor, da perda. Em vez do sindicalista e político, em um ambiente privado do sindicato, velando entre amigos a mãe dos seus filhos, havia de ser um moço composto e calado. Todo mundo tem direito de velar os seus mortos como pode e sabe, exceto Lula.

Uma parte da sociedade brasileira nunca se cansa de mostrar a Lula o seu lugar. E de reclamar, histérica, quando ele, impertinente, não faz o que ela quer. Tem sido assim. Lula já foi insultado de analfabeto, nordestino, cachaceiro, ignorante e aleijado, muito antes de ser chamado de corrupto e criminoso. A cada doutorado honoris causa de Lula choviam ofensas e impropérios porque ele não tinha todos os dedos, porque era uma apedeuta, porque era um peão. Qualquer motivo para odiá-lo sempre foi bom o bastante para uma parte da sociedade.
Agora, estamos autorizados a odiá-lo por mais uma razão: o modo como acompanhou a agonia e como velou sua companheira. Que os cultivados me perdoem a analogia, mas isso me lembra a acusação feita em O Estrangeiro, de Albert Camus, ao sujeito que não conseguiu chorar e sofrer, como aos demais parecia conveniente e apropriado, no funeral da própria mãe: “J’accuse cet homme d’avoir enterré sa mère avec un cœur de criminel”. “Eu acuso este homem de ter enterrado a sua mãe com um coração de criminoso”.

No surrealismo da narrativa política brasileira, a história se repete: Lula deve ser desprezado porque enterrou a esposa com um coração de político e sindicalista e isso não está direito.

Voilà. Lula nunca vai aprender o seu lugar.

Não. E como disse o Chico, “Qualquer canção de dor/Não basta a um sofredor/Nem cerze um coração rasgado/Porém ainda é melhor/Sofrer em dó menor/Do que você sofrer calado.”

Anônimo disse...


Que barbaridade.

Anônimo disse...

A cólera fascista e o assassinato da humanidade, por Jeferson Miola:

06/02/2017 - Jornal GGN

O golpe liberou as comportas de uma represa envenenada com a cólera fascista da classe dominante e elevou ao paroxismo a fúria dos segmentos da sociedade que odeiam à morte os pobres, gays, lésbicas, negros, mulheres.

O golpe incandesceu uma espécie de fúria maligna naquelas pessoas que detestam o povo, a diversidade e o ideal de igualdade; destapou o subterrâneo assombroso de pessoas que consideram as pessoas diferentes inimigos e, por isso, alvos que devem ser exterminados.

Esse sentimento odioso e intolerante é imanente à natureza da oligarquia brasileira, não nasceu hoje. Subsiste no tempo em estado de latência, e transborda para a arena pública e contamina o convívio social sempre que a oligarquia sente seus privilégios ameaçados por políticas democráticas de igualdade social e distribuição de renda.

É incrível a semelhança das estratégias, discursos, linguagens, ardis e violências do golpe de 2016 com os eventos que levaram Getúlio ao suicídio em 1954 e com a conspiração que desaguou no golpe de 1964.

Os delírios e as histerias de hoje têm o cheiro da naftalina dos mesmos delírios e histerias de 1954, 1961 e 1964. Esta cólera fascista está hoje no auge, como esteve naqueles momentos do passado de aguda confrontação ideológica.

O aterrador é que essa desumanidade parece não conhecer fronteira. Ao invés disso: propaga o fanatismo e a irracionalidade com requintada crueldade humana.

A morte da primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva confrontou-nos com a verdade apavorante de que o Brasil está sendo desumanizado, o sentido da vida esvaziado e a existência humana abastardada.

O que pensar da condição humana quando um macabro procurador de justiça ofende uma pessoa gravemente enferma e deseja a morte que quer celebrar? ["Morre logo, peste! Morra em agonia, desgraçada. Quero abrir o champagne" – Rômulo Paiva Filho, no facebook].

Qual o destino de uma sociedade cujos médicos que deveriam observar o juramento humanitário de Hipócrates [século V a.C, de salvar vidas e curar enfermos com dignidade] apregoam métodos para assassinar um ser humano? ["Tem que romper no procedimento. Daí já abre pupila. E o capeta abraça ela" – Richam Faissal Ellakkis, via whatsapp].

Estes comportamentos aberrantes não brotam espontaneamente, não surgem do nada; eles se inspiram no "novo normal" criado pelo regime de exceção e que é validado socialmente pela Rede Globo.

Os exemplos dos "heróis" justiceiros, cujos Power Points canalhas são incensados pela Globo, encorajam a disseminação do fascismo pelo tecido social.

O ódio e desrespeito à Marisa inclusive no momento mais débil da sua existência física, é decorrência natural da caçada patológica que é feita ao Lula.

Não fosse Marisa a companheira de sonhos do Lula e parte ativa da trajetória de emancipação do povo brasileiro; não fosse Marisa a "galega" que iluminou a vida do Lula e que agora vai iluminar o céu, e ela não seria destinatária desta cólera fascista.

Unknown disse...

Lulla está livre para encenar o romance "O Bebum de Rosemary"!!!

Anônimo disse...

Aqui é o Blogue do Polibio, p*
USURPAÇÃO ESQUERDOPATA Gratuita^^^^^^

Anônimo disse...

D.Marisa faleceu, nunca fez nada pelos pobres, em oito anos do governo do marido.Isto é um FATO. Mas, águas passadas não movem moinhos, vamos deixar que a história a julgue. Entretanto, dizer que LULA é um homem pobre , honesto, leal, não cola , não adianta insistir no bordão. Réu em três Processos , em breve em um quarto Processo, não foi ainda preso porque a Justiça brasileira, principalmente as Cortes Superiores, são muito cautelosas e tolerantes quando se trata de julgar ricos e poderosos. A exceção histórica é a Operação LAVA-JATO , que conseguiu colocar na cadeia alguns políticos , megaempresários e reaver parte do dinheiro roubado , inclusive em bancos estrangeiros .!!!

Anônimo disse...

Mortadelas agora vem no Polibio e copiam e colam lixos de sites esquerdistas. Sao tao burros e preguicosos que nao se dao o trabalho de terem ideias proprias.

Alias, ideias proprias e esquerdistas nao combinam numa mesma frase.

Mortadelas, voces estao mortos e nao perceberam. Pecam pra ir no banheiro e nao voltem mais.

Anônimo disse...

Faltariam adjetivos para classificar um texto tão pobre e infeliz como este que é melhor deixar por isso mesmo, não vale sequer perder tempo com um comentário mais elaborado.

Anônimo disse...

Atestado de falta de escrúpulos a Moro, por Francisco Costa:

06/02/2017 - Jornal GGN

Acabei de ouvir a gravação completa do telefonema gravado por Moro, com a conversa entre Dona Marisa e um dos filhos, o Fábio (Lulinha) que, pelo que tem demonstrado, será o herdeiro político do pai.

Dona Marisa ligou para o Fábio a pedido do Lula, que queria desabafar (“seu pai está aqui possesso, xingando todo mundo”).

Antes de passar o telefone, Dona Marisa iniciou uma conversa, reclamando dos coxinhas que há horas estavam batendo panelas sob as suas janelas.

O filho a tranquilizou: “calma, mãe, nós vamos reverter isso”, referindo-se à perseguição que a família está sofrendo.

Dona Marisa insistiu no assunto, afirmando que os “coxinhas”(sic) não eram de São Bernardo, mas vindo de outras localidades, acrescentando que “o povo de São Bernardo é ordeiro, trabalhador”.

Em outro trecho: “nem a favela se manifestou, é esse pessoal do condomínio novo, que não tem como comprar um apartamento de 500 mil, compra um de 15 mil...”, referindo-se à ingratidão dos beneficiários do Minha Casa Minha Vida.

O filho de Lula, para a mãe: “calma, mulher. Eles têm o direito democrático, constitucional, de bater panelas, deixa eles baterem”, e se seguiu o motivo do vazamento da conversa.

Dona Marisa se acalma um pouco e comenta rindo “ninguém é daqui, nem teu pai é daqui”, referindo-se à origem nordestina de Lula, e dá umas boas risadas. Lula chega, e ela: “fala com teu pai, filho”.

E eu pergunto: o que esse diálogo tem a ver com Lava Jato, Petrobras, Odebrecht, delação premiada, corrupção? Nada!

Tanto a lei que regula a quebra de sigilo telefônico quanto a lei da magistratura são muito específicas e incisivas: nada havendo na gravação que a ligue às investigações, esta deve ser imediatamente apagada, não se prestando a nenhum uso.

Mas Moro entregou a gravação à Globo, que a editou, tirando os elogios ao povo de São Bernardo, a lição de democracia, do Fábio, e a reclamação da ingratidão dos beneficiários do Minha Casa Minha Vida, pondo no ar apenas o motivo da doação da fita.

E que motivo foi esse?

Em determinado momento, muito irritada, ela perguntou ao filho: “porque não enfiam a panela no cu?”

Divulgando a fita, ao invés de apagá-la, como determina a lei que Moro nunca respeitou, com a conivência, complacência e cumplicidade do STF, ele e a Globo tentaram denegrir a imagem de Dona Marisa, desconstruir a sua imagem de mulher calma, simples, ponderada.

É incrível como um juiz rebaixa-se a nível de fofoqueira de beira de calçada, de Maricota desocupada na esquina, falando da vida alheia, para despindo-se da toga, apesar de se valer dela, agir de maneira tão vulgar, tão infame, tão vil.

É este o ídolo de um bando de alienados manipulados pela Globo, é este que a mídia finge levar a sério, usando-o, é este que corremos o risco de ver ministro no STF, é este o retrato dos tempos sombrios que vivemos, entre medíocres e ladrões, com quase todos reunindo os dois adjetivos.

Os escrúpulos de Moro, ou a ausência de, o faz ir do fascista que expede mandados de condução coercitiva, não antecedidas de citação, à fofoquinhas de Maria Lavadeira.

Emblemático, e triste.

Anônimo disse...

Lu Alkimin tem programas Sociais que deveriam ser visto por todas as Primeiras Damas, quem tiver curiosidade de conhecer é só entrar no "Lu Alkimin Facebook" ou "Amauri Junior entrevista Lu Alkimin" You Tube.

Anônimo disse...

Anônimo das 14:11h, poupe seu temo, teu recorta e cola vale tanto quanto a fidelidade do teu suspeito chefe.

Anônimo disse...

Em breve, NINE fará seus showmicios na cadeia , onde já deveria estar .!!!

samuel disse...

Lastimemos a morte de D Mariza. ELA IA FAZER DELAÇÃO PREMIADA! ... Dormindo com o inimigo... Mais um cadáver na lista do PT. Toninho, Celso Daniel, ....

Anônimo disse...

Triste é ver um palhaço esquerdo pata querer sujar o honrado juiz Dr. Sérgio Moro.

Anônimo disse...

SIM, O MAIOR ARQUIVO ESTÁ MORTO!

OU

O MAIOR ARQUIVO NA ITALIA,VIVINHA,LEVE SOLTA!

FOTO FALSA MAS FATO VERDADEIRO

Carlo Germani disse...

Lula,a MAIOR escória humana e política do Brasil (olha que tem milhares),está com data para prestar contas ao destino.

De 27/10/2017 a 26/10/2018,Lula estará liquidado.
Politicamente e/ou fisicamente (morto para ser direto).

Quem viver verá!

Já disse aqui no blog: "Todo aquele que ultrapassar os limites do seu destino,terá um porvir trágico" (Ditado do antigo Egito).

Carlo Germani disse...

Em 27 de outubro próximo,Lula,a nulidade humana e política,fará 72 anos,e começará o acerto com o destino.

Será LIQUIDADO implacavelmente.

Lula,tem o seu lugar na história garantido.Como o maior canalha da política brasileira.

E só!