terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Violência contra jornalistas atinge mais repórteres que trabalham em televisão

O jornalista que trabalha a serviço de uma rede de televisão é o principal alvo da violência praticada contra a categoria. Esse é o diagnóstico que pode ser feito a partir do Relatório de Violência e Liberdade de Imprensa de 2016, elaborado pela Federação Nacional dos Jornalistas.

Os dados apresentados mostram que 44% dos casos de violência em 2016 ocorreram no Sudeste. Na diferenciação por meio de divulgação, a televisão é a primeira colocada disparada, com 31% dos atos violentos (70 casos). Em relação ao gênero, 77% das ocorrências envolvem homens (167).

Segundo a Fenaj, isso ocorre porque esses jornalistas são identificados com maior facilidade, além de se expor a mais riscos. Ao todo foram 161 ocorrências que vitimaram 222 profissionais em todo o país. Se comparado ao ano anterior, houve crescimento de 17,52% nos casos de violência contra profissionais de imprensa.

Dois profissionais de imprensa foram assassinados no Brasil em 2016: João Miranda do Carmo, morto com sete tiros depois de denunciar problemas em Santo Antônio do Descoberto (GO), e Maurício Campos Reis, dono do jornal O Grito, que foi vítima de uma emboscada na cidade de Santa Luzia (MG).

CLIQUE AQUI para ler tudo e examinar as tabelas. A publicação é o site ConJur.

4 comentários:

Anônimo disse...

e a jornalista vai registrar boletim de ocorrencia?

duvido...

foi uma "oprimida pelo sistema" que a agrediu, entao eles tudo podem...

Anônimo disse...

Dois jornalistas mortos em 2016 é lamentável, mesmo. Só não é possível ver o mesmo espanto da imprensa com relação aos 10 policiais militares mortos nos primeiros DEZESSEIS dias de 2017.
Vida de jornalista vale mais do que de policial?

Anônimo disse...

Ainda bem que a selvagem foi presa em flagrante.

Anônimo disse...

A parente que se comporta como uma bandida atacou covardemente uma jornalista, os direitos humanos não vão defender aquela que trabalhava?