sábado, 7 de janeiro de 2017

Vincent Peyrègne, CEO da Associação Mundial de Jornais, Zero Hora - "Independência não é neutralidade"

A foto é de Natália Pegorer, Famecos, PUC-RS, e está disponibilizada no Google.
O jornalista Carlos André Moreira, entrevistou para o caderno doc. do jornal Zero Hora deste domingo o CEO da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias. Ele afirma na entrevista que as empresas de comunicação precisam encontrar novas formas de se financiar, e que modelo de massas não serão os mais eficientes

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O francês Vincent Peyrègne é o diretor-executivo da Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-Ifra), organização internacional para pensar o futuro da indústria do jornalismo. Em novembro, Peyrègne esteve em Porto Alegre, para uma palestra na Pontifícia Universidade Católica (PUCRS), parte das comemorações dos 50 anos da Famecos. No evento, enfatizou que as empresas de comunicação precisam prospectar novas formas de se financiar, já que o dinheiro da publicidade vem secando. E nessa busca, duas coisas devem ficar claras: a primeira é que o público se tornou múltiplo e exigente, e abordagens de massa não têm mais tanta eficiência; a segunda é que o jornalismo precisa ser presente e atuante na sua comunidade, fazendo seus consumidores valorizarem o trabalho feito em nome daquela coletividade. Antes da palestra, Peyrègne conversou com Zero Hora:

O senhor já declarou em uma entrevista que o jornalismo era um "prazer maravilhoso". Continua pensando assim?

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4 comentários:

Anônimo disse...

meu senhor CEO, desejo que os jornalecos de massa sumam de uma vez por todas...

a internet desmascarou o jeito safado que essa gente manipula noticias e fatos, vide a cobertura nojenta, asquerosa e tendenciosa da ultima eleição americana...

nao queremos mais saber de jornais de massa, que hoje sao pura desinformação...

a internet deixou todos voces nus...

se virem para fechar a conta, pois eu é que nao pagarei para ser desinformado diariamente...

o site do sujeito da VEJA agora detecta o aplicativo Adblock e diz que voce so poder ler o que o cara escreve se desativar o app anti-propaganda...

o que eu fiz?

dei uma banana pra ele e nunca mais passei por la...

Anônimo disse...

[... a primeira é que o público se tornou múltiplo e exigente, e abordagens de massa não têm mais tanta eficiência; a segunda é que o jornalismo precisa ser presente e atuante na sua comunidade]

eu troco todo esse bla, bla, bla por uma frase simples:

"o jornalismo precisa ser mais honesto."

dotô, o leitor, telespectador, enfim, o consumidor, nao é mais bobo nao...

Anônimo disse...

O homem tá muito perdido..precisa ensinar a ele como voltar a França....na verdade o jornalismo está passando por uma revolução tecnológica e nesse processo entra pessoas e muitas saem...exemplos de modernidade jornalistica são o site Antagonista, fazendo jornalismo de baixo custo e também o proprio sr. Polibio fazendo um excelente jornalismo com um custo minimo...experiencias bem sucedidas prosperam e outras não prosperam...Em todas as profissões as comunicações e as máquinas permitem pequenas equipes fazerem grandes trabalhos.. Na minha profissão, engenheiro civil, tenho hoje máquinas e equipamentos na minha pequena empresa que na época de minha formatura há 35 anos atrás só poucas e grandes empresas possuiam..e com isso faço com dez pessoas obras que exigiam 200 pessoas há 40 anos atrás...é a modernidade...

Anônimo disse...

AQUI, no Brasil NÃO HÁ INDEPENDIA, as MIDIAS estão submetidas ao MINISTÉRIO DAS COMUNICAÇÕES.

AS CONCESSÕES DE TV E RÁDIO IMPEDEM A INDEPENDÊNCIA, OU ACHAM que o Jornal não fazendo parte, IRÁ SER INDEPENDENTE prejudicando a empresa de comunicações fazendo oposição ao governo do momento querendo?

NO BRASIL NÃO EXISTE INDEPENDÊNCIA das MIDIAS, exceção este veículo eletrônico. Ficam neutros para não serem cassados.

Ora, pequenos jornais do interior recebem recursos dos governos, logo....