Tito Guarnierte - Escaladas (in)visíveis

Notas de conjuntura

Solução de emergência
Com as prisões ardendo em chamas e o sangue jorrando de cabeças decepadas, não fazia nenhum sentido que os 350 mil homens das Forças Armadas assistissem tudo à distância.
Altos comissários dos governos Lula e Dilma, da área de Segurança Pública, e outros críticos, alertam para o perigo de convocar Exército, Marinha e Aeronáutica para auxiliar na crise dos presídios e combater o crime organizado. O maior risco seria contaminar as forças armadas com a corrupção. Não posso crer que as forças armadas brasileiras sejam assim tão frágeis e indefesas.
A situação dos presídios não degringolou com a chacina de Manaus. Ela vem de longe e se agravou durante os governos de Lula e Dilma. É parte indissociável da herança maldita dos governos do PT. A bomba estourou no colo de Temer e ele fez o que tinha de fazer: em situação de emergência, solução de emergência.

De empulhações e de empulhadores
O jornalista Elio Gaspari tem indisfarçável predileção por ex-autoridades dos governos passados desde 2003, e delas ele fala fino. 

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2 comentários:

Anônimo disse...

POR QUE O GASPARI NUNCA PASSOU PITO NOS GOVERNOS DO PT PELOS DESMANDOS NAS ÁREAS DA SEGURANÇA E DA EDUCAÇÃO. AGORA FALA DOS PROBLEMAS, COMO SE NÃO TIVESSEM ORIGEM NOS GOVERNOS PETISTAS

ganhatudo disse...

Certamente que as forças armadas não são frágeis e indefesas. Pelo contrário.
Só que eles sabem que quem é frágil e indefeso é o ser humano.
De tanto ver triunfar as maldades.
De tanto prender e depois a justiça soltar, muitas vezes apontando abusos de parte do policial.
De tanto ver rolar grana nos altos escalões. E a imprensa não deixa mentir, pois publica com frequência os casos e que não são dentro da polícia, mas fora dela.
O ser humano no exercicio da atividade policial, pode fraquejar e muitos fraquejam.
Eles não querem os militares submetidos e essas tentações.
Acho que fazem bem.
Ao menos até que leis melhores sejam aprovadas, de modo a reprimir com mais rigor o crime e os criminosos, em especial os do colarinho branco.