sábado, 14 de janeiro de 2017

Sartori não garante complemento para o novo piso nacional do magistério

O governo do RS poderá não acompanhar a decisão tomada na última quinta-feira pelo Ministério da Educação, que anunciou oficialmente que o Piso Nacional do Magistério será reajustado 7,64% (acima da inflação de 6,29%), alcançando R$ 2.298,80 para professores com jornada de 40 horas. O governo Sartori tirou nota para dizer que desde que chegou ao Piratini,  reajustou o completivo (uma diferença paga por fora) de acordo com o índice nacional: 13,01%, em 2015, e 11,36%, em 2016. Em relação ao anúncio de reajuste de 7,64%, disse apenas que a “Secretaria da Fazenda deverá fazer a avaliação da repercussão financeira”. O completivo foi criado em 2012 pelo ex-governador Tarso Genro, que quando foi ministro de Lula, criou o piso nacional para o magistério. Mais tarde, no governo do RS, ele se negou a pagar o que ele mesmo criou quando ministro.

Ao fazer o anúncio, o ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou que “o professor que tem carga horária mínima de 40 horas semanais e formação em nível médio (modalidade curso normal) não pode receber menos do que esse valor”.

No Rio Grande do Sul, porém, o piso nacional nunca foi adotado como base para o pagamento de salários de todo o magistério. 

15 comentários:

Anônimo disse...

Sartori precisa implantar o desconto de 20% na previdência como o RJ vai fazer e cortar funções gratificadas urgentemente. Isso ajudará a reduzir
a folha. Se não fizer isso será tdo balela.

Unknown disse...

O "piso" neocarioca está em Copacabana, passeando no calçadão com sua periguete de minissaia!!!

Unknown disse...

Herança maldita do ex-governador Tarso Genro - o hipócrita!

Anônimo disse...


O piadista ou palhaço da Tumelero não vai pagar o piso.

Anônimo disse...

O RS está total e completamente FALIDO. Se tiverem algum juízo, duvido, fecharão um acordo a la RJ.

Anônimo disse...

O que os governos fazem com a Educação e com os Professores é vergonhoso para o Estado e para o País. Ainda não sabem porque os presídios estão lotados? Foram 14 anos sem investimento em ambos.

Anônimo disse...

O completivo foi criado em 2012 pelo ex-governador Tarso Genro, que quando foi ministro de Lula, criou o piso nacional para o magistério. Mais tarde, no governo do RS, ele se negou a pagar o que ele mesmo criou quando ministro.

Ao fazer o anúncio, o ministro da Educação, Mendonça Filho, afirmou que “o professor que tem carga horária mínima de 40 horas semanais e formação em nível médio (modalidade curso normal) não pode receber menos do que esse valor”.

No Rio Grande do Sul, porém, o piso nacional nunca foi adotado como base para o pagamento de salários de todo o magistério.
Postado por Polibio Braga

POR FAVOR SR. EDITOR, TRAGA A NOTICIA CORRETA E NÃO TIRE NADA FORA:

QUEM PRIMEIRA NÃO QUIS APLICAR A LEI FOI A EX- GOVERNADORA YEDA CRUSSIS, QUE AGORA ASSUMIU O LUGAR DO MARCHEZAM NA CÂMARA DE DEPUTADOS, E PASSOU A RECEBER SEU BELO SALÁRIO DE EX-GOVERNADORA CUMULADO COM O VALOR DA CÂMARA DOS DEPUTADOS QUE NO TOTAL DÁ MAIS OU MENOS R$ 57.000,00 TODOS OS MESES.

OUTRA: O TARSO GENRO INSTITUIU O PISO NACIONAL, SIM, MAS FEZ O MESMO QUE A YEDA, ARGUIU INCONSTITUCIONALIDADE DA LEI QUE ELE MESMO APROVOU E TAMBÉM NÃO PAGOU.

QUANTO AO SARTORI, JÁ É APOSENTADO COMO DEPUTADO, E ESTE VALOR NÃO É PARCELADO, E TEM MAIS O SALÁRIO DE GOVERNADOR QUE ELE SE AUTO-CONCEDEU.

Isso o editor cala. Por qual razão, saberia me dizer, já que estou perguntando, e não é ofensa perguntar.

Anônimo disse...

Continua com a história do quanto pior melhor. O Sartori se preocupa tanto com a situação do Estado que ele e o vice foram à praia juntos. Terceiro ano de muito mímimi e só retrocesso. Façam como o Rio de Janeiro que tem Pré Sal, praia, turismo, futebol e o Governo assim mesmo diz que não tem dinheiro. Reformaram o Maracanã que está abandonado mas aculpa é do funcionário público. Kkkkk

Anônimo disse...

Continua com a história do quanto pior melhor. O Sartori se preocupa tanto com a situação do Estado que ele e o vice foram à praia juntos. Terceiro ano de muito mímimi e só retrocesso. Façam como o Rio de Janeiro que tem Pré Sal, praia, turismo, futebol e o Governo assim mesmo diz que não tem dinheiro. Reformaram o Maracanã que está abandonado mas aculpa é do funcionário público. Kkkkk

Anônimo disse...

Exatamente, anônimo das 11:39.
Hoje temos universidades do crime dentro dos presídios, quando deveria ter trabalho e estudo para recuperar essas "bestas humanas" para voltarem ao convívio social.

Anônimo disse...

Todo o profissional que hoje está no mercado de trabalho foi orientado por um professor. A sociedade não reconhece o esforço de um mestre frente uma turma de alunos. Porém muitos alunos, atualmente bem sucedidos, seguiram os ensinamentos dos nobres professores e se dizem agradecidos, mas não fazem absolutamente nada para também ajudá-los. Nossos filhos carecem de uma Educação de qualidade e de bons professores. Todos devemos lutar por ela, somente assim teremos um Estado desenvolvido e competitivo. O PODER EMANA DO POVO, nós podemos mudar.

Anônimo disse...

Sartóri é professor e não vejo nenhum esforço dele em mudar a situação em que se encontra a Educação. No Brasil o professor trabalha por amor à profissão, porque se pensar na miséria de salário que ganha não a exerceria, assim como muitos excelentes professores já abandonaram-a. Infelizmente

Ariel Peres disse...

Sinceramente, aconselho os colegas a procurarem um serviço doméstico que lhes pagará bem mais e sem os riscos de uma sala de aula.
Certa vez, candidatei-me a lecionar na rede do RS e, ao saber de quanto ganharia, respondi ao entrevistador: isso, eu pago ao meu jardineiro! passar bem... fui ser o meu próprio jardineiro!!!!

justiniano disse...

Piso, vc encontra nas melhoras lojas de construção, a começar pela Tumelero!!

Ficam em greve todo anos, e até o Lula, criticou a postura de alguns dirigentes sindicais que promovem paralisações e, em seguida, reclamam do corte dos dias parados.

“Quer ver alguém aprender a fazer greve é ele perder os dias. Fiz greve na minha vida inteira e fiz as maiores. Fazia assembleia com cem mil trabalhadores e nunca pedi para reivindicar os dias parados.
Greve é guerra e não férias. Se o cara faz greve e recebe os dias parados, os domingos e ainda vai reivindicar hora extra, que diabo de greve é essa?”, questionou.

Viram CPERS até o Lula espinafrou todos vocês.

Anônimo disse...


O Polenta já disse:

Se querem o piso, então que vão ao Tumelero.

Como o Tumelero foi vendido, vão ter que negociar com o novo proprietário.