domingo, 1 de janeiro de 2017

Programe-se: veja em que dia cairão os feriados nacionais de 2017.

A lista ao lado vale para quem não é servidor público, portanto só vale para os trabalhadores que ganham pouco, cumprem jornadas inteiras, não fazem greve paga e se aposentam com remunerações baixíssimas e depois de 35 anos de vida laboral.

As corporações dos servidores públicos, pagas pelos trabalhadores comuns, terão muito mais folgas em 2017.

Além dos feriados nacionais listados ao lado, os municípios terão seus próprios feriados (quatro por ano).

Serão 12 dias sem produzir, mas sabe-se que ninguém trabalha na segunda-feira de Carnaval e sextas-feiras que seguem quintas-feiras de feriado.

Hoje, feriado de 1o de janeiro, nem supermercado abrirá na maior parte das cidades brasileiras.

3 comentários:

Anônimo disse...

dez feriadões e os da quarta emenda a semana inteira....quem quiser progredir na vida ou entre para o estado ou vá embora do pais...

Anônimo disse...

Ah é, funcionário público ganha bem?
Então pergunte ao prefeito eleito por que ele não consegue encontrar cidadãos qualificados para compor o alto escalão (soube que vários convidados declinaram do convite).
Eu sei a resposta: o salário é baixo. Afinal quem é que, munido de educação especializada, sendo responsável, tendo emprego bem remunerado, vai aceitar um trabalho importante como o de Secretário, Presidente ou Diretor da EPTC, ou chefe de repartição, sem FG, ganhando o salário de fome que o serviço público paga?
Os que até agora aceitaram são nobres de espírito, mas nós outros precisamos pagar nossas contas.

Anônimo disse...


A culpa é dos políticos, que em vez de darem prioridade e votarem o que interessa ao povo, ficam criando o dia disto ou o dia daquilo.
Tudo para -depois que empurram com a barriga as votações- serem convocados para as sessões extraordinárias, algumas no mesmo dia, apenas para receberem mais uma grana preta por estarem "trabalhando" fora do horário ou durante o recesso.
Os mesmos que se aposentam com o teto em 8 anos de mandato, além de todas as mordomias e falcatruas que o sistema permite, tudo pago pelo contribuinte.