quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Jornal afirma que MPF vai aplicar a lei anticorrupção contra os bancos Bradesco e Safra.

O Ministério Público Federal vai aplicar a lei anticorrupção para responsabilizar os bancos Safra e Bradesco, além de outras empresas investigadas pela Operação Zelotes. Eles são acusados de  pagarem propinas a funcionários do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF). A notícia  foi publicada hoje no jornal Valor Econômico.

O Bradesco divulgou nota negando qualquer tipo de pagamento a ninguém do CARF para obter vantagens no órgão.   Na matéria do jornal, consta que o presidente do banco, Luiz Carlos Trabuco, além de dois executivos e um ex-conselheiro, tornaram-se réus nas investigações da Operação Zelotes.

4 comentários:

Anônimo disse...

Zelotes?Tem um jornal que não vai dar uma linha de notícia a respeito do assunto, deve ser porque seus jornalistas não conseguem obter certas notícias, já no tempo de Yeda faziam fila no CPERS para saber das últimas!

Anônimo disse...

Tem que privatizar esses cabides de emprego e antro de corrupção...



Ops, achei que era o post sobre o Banrisul.

Anônimo disse...

No Brasil não adianta mais fazer qualquer coisa para barrar a corrupção, ela está impregnada no sangue do brasileiro. Nossa Justiça é fraca e morosa. Aqui, ser honesto é questão de opção e dificilmente conseguirá acumular bens pela meritocracia, isto é, estudando e trabalhando. Esse é infelizmente o perfil do brasileiro.

Anônimo disse...

Anônimo das 20:36 h. O RS teve a oportunidade de ter como governadora a Yeda Crussius e ela apesar de excelente gestora não conseguiu paz para executar o seu trabalho. O salário vitalício para governador estava para ser extinto e isso incomodou candidatos políticos que queriam esse cargo a qualquer custo, porque sentiram que a eficiência da Yeda a levaria para um segundo mandato. Conforme estatística, somente dois governadores, Antônio Brito e Yeda Crussius, conseguiram governar o RS no azul para desespero de muito Governador. Quem saiu perdendo foi o povo porque hoje estamos vivenciando os reflexos de governos sem comprometimento com o dinheiro público e com o povo.