quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Importação recua 20%, exportações também caem, mas muito pouco, e tudo isto explica o fantástico superavit da balança comercial do Brasil

A balança comercial brasileira teve o maior superávit da história em 2016, ao fechar o ano com um saldo positivo de US$ 47,692 bilhões. O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic) projeta que o resultado de 2017 deve "ficar no mesmo patamar, com aumento nas exportações e nas importações", de acordo com o secretário de Comércio Exterior, Abrão Neto.

Isto é o que informa reportagem de Lucas Marchesini e Daniel Rittner, do jornal Valor.

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O resultado do último ano se deve a US$ 185,244 bilhões em exportações e US$$ 137,552 bilhões em importações. Assim o desempenho histórico da balança comercial em 2016 se deve a uma queda menor nas exportações do que nas importações. Na comparação entre os dois últimos anos, as exportações caíram 3,5% na média diária enquanto as importações recuaram 20,1%.
Embora o superávit seja importante para as contas externas, a queda das exportações e importações, ressaltam analistas, fez encolher, pelo terceiro ano consecutivo, a corrente de comércio. Os embarques e desembarques brasileiros em 2016 somaram US$ 322,79 bilhões, a pior corrente de comércio desde 2009, quando esse resultado foi de US$ 280,72 bilhões.

A corrente de comércio, explica Rafael Bistafa, economista da Rosenberg & Associados, é importante indicador do dinamismo do comércio e da economia doméstica. A expectativa para este ano é de início de recuperação desse resultado. O superávit de US$ 47,69 bilhões de 2016, diz ele, veio dentro da expectativa da consultoria.

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Um comentário:

Anônimo disse...

Precisamos saber que tipo de mercadoria exportamos? e o que representa a matéria prima. Quanto disso representa manufaturados? Continuamos viajando na maionese. Veja o Trump, deu um alerta para a Ford investir nos USA em vez de no México. Enquanto que aqui estamos investindo no Paraguai o apêndice chines da AL.
Joel