Entenda melhor quais foram os crimes cometidos por Dilma Roussef. O caso das Pedaladas Fiscais.

As pedaladas fiscais, centro nervoso do pedido de impeachment de Dilma Roussef, constituíram claro crime de improbidade administrativa e por isto a líder do PT foi posta para fora do Planalto. L.F. Veríssimo e Clara Averbuck, citadas logo abaixo pelo editor, não acreditam em nada disto e acham que a ex-presidente foi deposta através de um golpe parlamentar sem razão alguma, ao arrepio da lei e do estado democrático de direito. A dupla assina artigos dignos da esgotofera, mas acontece que Veríssimo e Averbuck, como outros representantes da vanguarda do atraso, influenciam mentes e corações desavisados.

O livro Perigosas Pedaladas, João Villaverde, da Geração, lançado agora, lança luzes enormes sobre o caso, revelando detalhes incríveis e inéditos sobre personagens, cenas, documentos, datas, valores e situações estarrecedoras sobre os escaninhos que as pedaladas percorreram, todas sob a direção geral de Dilma Roussef, Arno Augustin e Guido Mantega, com a complacência e cumplicidade das altas direções do BB, Caixa Federal, Ministérios do Trabalho e da Agricultura.
 
Uma investigação do Tribunal de Contas da União (TCU) concluiu, por meio de documentos sigilosos obtidos com ministérios e bancos públicos, que o Tesouro Nacional realmente atrasou o repasse de recursos federais para os bancos como forma a melhorar artificialmente o resultado das contas públicas.

Chamados de “pedaladas fiscais”, esses atrasos ocorreram em despesas sociais, trabalhistas e previdenciárias, como Bolsa Família, seguro-desemprego, abono salarial e aposentadorias públicas. Como resultado da investigação, o TCU quer convocar 14 autoridades do governo, entre ministros e ex-ministros, presidentes de bancos públicos e secretários de Estado.

No relatório, o TCU é conclusivo: "Documentos obtidos pela equipe de auditoria junto à Caixa, ao Ministério do Trabalho e ao Ministério do Desenvolvimento Social comprovam que, ao longo dos exercícios financeiros de 2013 a 2014, recursos próprios da Caixa foram usados para pagamento de dispêndios de responsabilidade da União no âmbito dos programas Bolsa Família, seguro-desemprego e abono salarial".


CLIQUE AQUI para verificar reportagem que o Estadão publicou na época, bem no início das investigações do TCU.