Cresce reação ao nome de Edegar Preto, PT, para a presidência da Assembléia do RS

Embora tenha começado com conversas bem humoradas no café, ganharam corpo as articulações para desalojar o PT do próximo comando da Assembléia.

Existe reação ao rompimento do acordo até mesmo entre deputados da base aliada.

As conversações seguem dois pontos:

1) Trocar o PT pelo PTB.
2) Admitir o PT, mas sem o nome do deputado Edegar Preto para a presidência.

Homem ligado ao MST, feroz adversário do governo e dos Partidos que o apoiam, com uma história de confronto político pesado, Edegar Preto poderá inviabilizar a tramitação dos projetos protocolados pelo Piratini, favorecendo até mesmo o andamento de pedidos de impeachment contra Sartori. Acatar este tipo de pedido é atribuição pessoal do presidente da Assembléia. Companheiro de Edegar Preto no MST e no PT, o ex-deputado Ivar Pavan infernizou a vida da ex-governadora Yeda Crusius, facilitando a instalação de seguidas CPIs e até um inédito pedido de impeachment protocolado contra ela.