Como um Quixote, Gabriel Souza tenta fazer os deputados desistirem das férias

Imbuído de uma missão inglória, o deputado estadual Gabriel Souza (PMDB), que está no primeiro mandato, ainda não entendeu que seus colegas não têm a menor vontade de interromper suas férias para votar projetos do pacote encaminhado pelo governador José Ivo Sartori à Assembleia no ano passado e que não puderam ser apreciados em 2016.

Líder do governo no Parlamento, Souza está, desde o início do ano, telefonando para os colegas, tentando convencê-los a retornar ao trabalho antes de 1º de fevereiro, quando acaba o recesso. Entre os projetos que aguardam na fila estão as Propostas de Emenda Constitucional (PEC) que propõem a venda da Sulgás, da CEEE e da CRM.

8 comentários:

Anônimo disse...

A privatização da CEEE urge como necessidade para tornar o setor de energia mais eficiente e menos oneroso no custeio administrativo.

Anônimo disse...

Vá em frente Gabriel, isso tem que ser votado agora, pois depois o PT vai sabotar tudo.

Unknown disse...

Corja de apaniguados que só enxergam o próprio umbigo!!!
Corte de nobres que não quer roer o osso, depois de se lambuzarem comendo o filé!!!

Anônimo disse...

nem uma palavrinha sobre GEDDEL, ROUBANDO DESDE OS 25ANINHOS....ah não é do PT, claro ai pode.....chapabranquismo puro

Anônimo disse...

Analfabeto não sabe nem fazer convite! Convida para roubar para ver se não saem correndo das suas tocas para trabalhar.

Anônimo disse...

Gabriel Souza é um gurizinho que foi "criado" pelo Eliseu Padilha em Osório.
QUE BAITA CURRÍCULO!!!! Precisa dizer mais alguma coisa?

Anônimo disse...

Onde está o MBL para denunciar a preguiça dos nossos deputados.

Anônimo disse...


Só depois do carnaval, o gurizão esqueceu que estamos no Brasil.

A cria do Padilha e pau mandado do Polenta, não vai conseguir mobilizar as raposas astutas da ALRS, na realidade ele está fazendo jogo de cena, já que o Polenta em conluio com o Temer a e Tia Carmem, vão tomar medidas federais para enfiar goela a baixo os projetos, de cima para baixo, e sem ter a quem recorrer, para desespero dos funcionários públicos do executivo.