sábado, 28 de janeiro de 2017

Artigo,Percival Puggina - Perda da noção do limite

Estou certo de que o leitor concordará com o enunciado: não é condição de “normalidade” de uma ação humana o fato de ela estar sendo praticada por muitos, pela maioria ou por todos. A normalidade de uma ação está condicionada à sua adequação a uma norma. Todos podem estar desrespeitando sinais de trânsito, mas isso não faz "normais" as infrações.“Comum” e “frequente” não são sinônimos de “normal”. Fazer cabeças não é normal.


 O fato de ser muito difícil aos jovens não reproduzirem o que o grupo em que estão inseridos faz (numa estranha conformidade rebelde ou numa rebeldia conformada), associado ao fato de muitos adultos reproduzirem as condutas dos jovens (numa ridícula cirurgia plástica do modo de agir), multiplicou, nas últimas décadas, os problemas de comportamento e suas conseqüências sociais.

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4 comentários:

Anônimo disse...

LIBERTARIANISMO!!!!


FORA O ESTADO CHEIO DE REGRAS, LEIS E BUROCRACIA ESTATAL PUNITIVA.


OS LADRÕES DA POLÍTICA E JUDICIÁRIO NÃO PODEM MULTAR O CIDADÃO POIS É IMORAL. LADRÃO NÃO TEM MORAL PARA MULTAR OU PUNIR.

Dr. FAÇANHA disse...

A grande norma, a bússola ética que norteia a conduta humana, é a Bíblia. Ela fundamentou espiritualmente a grande nação americana; fora de seus ensinamentos, tudo pode acontecer quanto a desmandos sociais. A Liberdade em muito se confunde com a LICENCIOSIDADE. Em outras palavras: "soltar a franga" como conduta geral, é uma prazerosa maneira de destruir a sociedade.

Anônimo disse...

Acho que LIBERTINAGEM expressa melhor o status quo.

Anônimo disse...

No Brasil psicopatas viraram pontos de referência e autoridades sobre coisas a respeito das quais não tem a menor idéia de quais sejam, mas fazem um estrago monstruoso sobre a possibilidade de termos um futuro minimamente decente.