A batalha jurídica corporativista ameaça extinção de Fundações no RS.

A esquerda positivista reacionária, que mistura Marx e Augusto Comte, sempre foi contra o Rio Grande do Sul, mas quer mesmo é garantir os empregos públicos onde se aboletaram , já que não sabe fazer nada se não for funcionária pública.Conta com apoio de juizes corporativistas, que são os do Trabalho.

O assunto foi objeto desta reportagem de Fábio Schaffner, jornal Zero Hora, que revela que as extinções de fundações viram batalha jurídica para o Piratini.

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Eventuais demissões e legalidade do fechamento de órgãos são questionadas por entidades representantes dos trabalhadores

Após a vitória política na votação dos projetos que autorizam a extinção de nove órgãos públicos, o governo agora se prepara para enfrentar uma longa batalha judicial. Além de lograr êxito na obtenção de liminares que suspendem demissões nas fundações Piratini, Zoobotânica, de Economia e Estatística (FEE), de Ciência e Tecnologia (Cientec), Planejamento Metropolitano e Regional (Metroplan), para o Desenvolvimento de Recursos Humanos (FDRH) e na Corag, as entidades classistas irão questionar a legalidade da própria liquidação dessas estruturas.

Pelo menos seis advogados formam a frente jurídica organizada pelo Sindicato dos Empregados em Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisa e de Fundações Estaduais do RS (Semapi).

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