sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Veja revela depoimento de 82 páginas de delator da Odebrecht. Temer pediu e levou propina de R$ 10 milhões, em dinheiro vivo.

A revista Veja que já começou a circular em São Paulo, informou há pouco no seu site que teve acesso à íntegra dos anexos de Claudio Melo Filho, que se tornou delator do Petrolão depois de trabalhar por doze anos como diretor de Relações Institucionais da Odebrecht. Em 82 páginas, ele conta como a maior empreiteira do país comprou, com propinas milionárias, integrantes da cúpula dos poderes Executivo e Legislativo. O relato atinge o presidente Michel Temer, que pediu 10 milhões de reais a Marcelo Odebrecht em 2014. Segundo o delator, esse valor foi pago, em dinheiro vivo, a pessoas da estrita confiança de Temer, como Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil, e José Yunes, amigo há cinquenta anos de Temer e assessor especial do presidente.


Estas informações já circulam há duas semanas, mas só nesta reportagem o caso é contado com os nomes de todos os personagens e também com a narrativa de toda a história.

A revista também publica a lista dos que, segundo Melo Filho, receberam propina da empreiteira. São deputados, senadores, ministros, ex-ministros e assessores da ex-presidente Dilma Rousseff.  A clientela é suprapartidária. Para provar o que disse, o delator apresentou e-mail, planilhas e extratos telefônicos. Uma das mensagens mostra Marcelo Odebrecht, o dono da empresa, combinando pagamentos a políticos importantes. Eles estão identificados por valores e apelidos como “Justiça”, “Boca Mole”, “Caju”, “Índio”, “Caranguejo” e “Botafogo”.

28 comentários:

Luiz Campos disse...

Pois é, Políbio. E agora? O ideal é antecipação de eleições. Corremos o risco de uma ditadura civil por esse pessoal que deve fazer de tudo para não assumir as responsabilidades. O STF errou ao sucumbir ao réu criminal Renan Calheiros, saiu da necessária posição de neutralidade e terá dificuldades em arbitrar uma crise dessas proporções. Mas sempre devemos lembrar que a República somos nós. Quem diria, a história se repete, justamente contra o PMDB: DIRETAS JÁ!

Emmanuel Carlos disse...

Extrema conveniência da revista que se transformou em voz do PT .... tudo muito conveniente.
Vamos ver o que se aproveita.

Anônimo disse...

Políbio, o lamentável disso tudo, é que hoje, caso tudo seja comprovado, todas as delações, que pessoas inescrupulosas, burlaram o sistema eleitoral, fraudaram, roubaram mesmo, e encontram-se nos mais altos cargos do executivo, legislativo, desfrutando das benesses das funções, desonestamente, ilicitamente, e, decidindo os destinos do país. Não podemos aceitar isso. Se são desonestos, como aceitar tudo que querem impor a sociedade goela abaixo?

Anônimo disse...

Por onde anda a paladina da moral e dos bons costumes na política, a tal de janaína paschoal? Tá meio sumida ela, não?

Anônimo disse...

Esse negócio está mal contado, a Odebrecht se juntou com o poder, não comprou o poder. Está tudo podre na república e nesses partidos de vagabundos.

Anônimo disse...


Impeachment já!

Anônimo disse...

A Veja não tem credibilidade.
Os proprietários são do PT e seus jornalistas são todos petistas de carteirinha principalmente os blogueiros da Veja como o Reinaldo

Alberto disse...

Quanta lama! Absurdas roubalheiras de gente que deveria nos representar e fazer o Brasil crescer. CADEIA JÁ P/ TODOS E DEVOLUÇÃO DO $$$!

Alberto disse...

Pior é imaginar que esses ladrões querem ferrar com os aposentados, cortar gastos públicos, mudar a educação brasileira. QUE NOJO!!!

Alberto disse...

Quero ver o 'Quadrilha' sair de mais essa enrascada $$$$$$$$$...

Anônimo disse...

JN: TEMER, PADILHA E MOREIRA ESTÃO NO BOLSO DA ODEBRECHT:

Reportagem exibida nesta noite no Jornal Nacional praticamente decreta a morte do governo Temer; o jornal teve acesso às delações da Odebrecht, que revelam que Michel Temer e seus dois principais assessores, Eliseu Padilha e Moreira Franco, estão no bolso da Odebrecht; JN também citou as propinas pagas aos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin; golpe dos corruptos contra a democracia e o povo brasileiro começa a desmoronar; empreiteira deixou claro que as doações via caixa dois tinham como objetivo favores governamentais, ou seja, eram propinas; um dos mais ativos arrecadadores foi Romero Jucá, com R$ 22 milhões; Temer pediu e levou US$ 10 milhões, dos quais US$ 4 milhões teriam sido entregues, em dinheiro, a seu amigo José Yunes, que é tido como seu sócio.

9 DE DEZEMBRO DE 2016

247 - O Jornal Nacional, da TV Globo, exibiu reportagem na noite desta sexta-feira (9), na qual revela detalhes da delação do ex-vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que implica o presidente da República, Michel Temer, seus dois principais assessores, Eliseu Padilha e Moreira Franco, além do líder do governo no Congresso, Romero Jucá, o presidente do Senado, Renan Calheiros, e o senador Eunício Oliveira.

O delator detalhou como repassava dinheiro para o PMDB da Câmara e do Senado. Segundo ele, Jucá era o seu principal contato com o PMDB do Senado. O dinheiro era passado ao partido tanto em contribuição oficial ou por caixa 2. Ele disse que repassou mais de R$ 22 milhões a Jucá.

O dinheiro para a Câmara era passado via Temer, Moreira Franco e Eliseu Padilha. Cláudio Melo citou um jantar, em maio de 2014, no qual Temer pediu diretamente a Marcelo Odebrecht dinheiro para campanha eleitoral. O ex-executivo afirmou que parte de um valor prometido pela construtora ao PMDB na campanha eleitoral de 2014 foi entregue em dinheiro vivo no escritório de advocacia de José Yunes, amigo e assessor do presidente Michel Temer. O delator disse que o montante fazia parte do valor de 10 milhões de dólares que havia sido prometido por Marcelo Odebrecht, ao PMDB, em 2014.

De acordo com o delator, o caixa 2 sempre teve como objetivo a obtenção de vantagens para a empresa, ou seja propina. O 247 noticiou o caso mais cedo (aqui). O JN informou que noticiará o caso, com mais detalhes, nos seus próximos telejornais.

Tucanos
O JN também noticiou as delações da Odebrecht sobre o governador Geraldo Alckmin (PSDB), que foi notícia da Folha hoje (aqui). A Odebrecht afirmou que pagou caixa dois em dinheiro vivo para as campanhas de 2010 e 2014 do tucano. Um dos executivos que delataram o esquema foi Carlos Armando Paschoal, o CAP, ex-diretor da Odebrecht em São Paulo e que também fez afirmações sobre o repasse de R$ 23 milhões via caixa dois para a campanha presidencial de 2010 de José Serra (relembre aqui).

A TURMA DOS CABEÇAS de pudim está comprometida com corrupção. Mas não eram todos impolutos? A luta não é contra a corrupção? Não. A luta é contra o PT e sua política de inclusão social. Essa turma que faz parte da elite brasileira, devem bater palmas para fome, miséria e falta de oportunidades.... para os outros claro.....

Anônimo disse...

MORO É ALVO DE ESCRACHO DURANTE PALESTRA NA ALEMANHA:

O juiz Sérgio Moro foi alvo de protestos durante palestra nesta sexta (9) em Heidelberg, na Alemanha; um grupo de cerca de 30 juristas e acadêmicos enviou uma carta à Universidade de Heidelberg argumentando que Moro não tem credibilidade para discursar sobre combate à corrupção no Brasil, por ser "parcial" em favor do PSDB e PMDB; na plateia, brasileiros levantaram cartazes com dizeres "Moro na cadeia" e "parcialidade fere a democracia"; perguntado por que divulgou os áudios de escutas telefônicas de Dilma, Moro afirmou que as pessoas têm o direito de saber o que seus governantes fazem; sobre a criticada foto em que aparece rindo ao lado de Aécio Neves (PSDB), Moro disse que foi "uma foto infeliz, mas não há nenhum caso envolvendo ele"; Aécio é um dos políticos mais citados nas recentes delações da Odebrecht e da Andrade Gutierrez.

9 DE DEZEMBRO DE 2016

247 - O juiz Sérgio Moro foi alvo de protestos durante palestra nesta sexta-feira (9) em Heidelberg, na Alemanha. Um grupo de cerca de 30 juristas e acadêmicos enviou uma carta à Universidade de Heidelberg argumentando que Moro não tem credibilidade para discursar sobre combate à corrupção no Brasil, por ser "parcial" em favor de partidos como PSDB e PMDB.

"O juiz federal Sergio Moro incorreu em posturas as quais foram determinantes para o clima político de derrubada de um governo legítimo servindo, desta forma, aos piores interesses antidemocráticos", diz o texto, em referência ao vazamento de uma escuta telefônica entre a então presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no período de crise pré-impeachment.

Na plateia, brasileiros levantaram cartazes com dizeres "Moro na cadeia" e "parcialidade fere a democracia". Ele chegou a ser chamado de juiz do PSDB e da Globo. Outros gritavam "Moro, meu herói". Os grupos trocaram insultos.

Perguntado por uma pessoa na plateia por que divulgou os áudios de escutas telefônicas de Dilma, Moro afirmou que as pessoas têm o direito de saber o que seus governantes fazem. "É estranho que numa democracia as pessoas reclamem de uma revelação como essa. Desde o início das investigações decidimos que não iríamos esconder nenhuma informação do público", declarou ao ressaltar que a atitude "não foi uma exceção à regra".

Questionado pela DW Brasil sobre a criticada foto em que aparece rindo ao lado do senador Aécio Neves (PSDB-MG) durante a premiação "Brasileiros do Ano de 2016", da revista "IstoÉ", Moro afirmou que o político não está sob sua jurisdição. "Foi um evento público, e o senador não está sob investigação da Justiça Federal de Curitiba. Foi uma foto infeliz, mas não há nenhum caso envolvendo ele", disse.

Aécio Neves é um dos políticos mais citados nas recentes delações de executivos da Odebrecht e de funcionários da Andrade Gutierrez. (...)

Anônimo disse...

opaa, muito simples teus comentários, não chamou ninguem de ladrão, de corrupto...tratamento diferente...para crimes iguais....editor tendencioso...

Anônimo disse...

ODEBRECHT DIZ TER LEVADO MALA DE DINHEIRO AO MELHOR AMIGO DE TEMER

Em delação ao Ministério Público Federal, o vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho detalhou como foi a entrega de dinheiro vivo, durante a campanha de 2014, ao advogado José Yunes, amigo, conselheiro próximo e para muitos tido como sócio do presidente Michel Temer, em São Paulo; segundo o jornalista Severino Mota, do Buzzfeed, o dinheiro era parte dos R$ 10 milhões que Marcelo Odebrecht resolveu destinar ao PMDB, após um jantar que teve em maio de 2014 com Michel Temer, no Palácio do Jaburu; relação entre Yunes e Temer foi trazida novamente à tona pelo ex-aliado de Temer, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB), nas perguntas vetadas pelo juiz Sérgio Moro.

9 DE DEZEMBRO DE 2016

247 - Em delação ao Ministério Público Federal, o vice-presidente de Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho detalhou como foi a entrega de dinheiro vivo, durante a campanha de 2014, ao advogado José Yunes, amigo, conselheiro próximo e para muitos tido como sócio do presidente Michel Temer, em São Paulo.

Segundo o jornalista Severino Mota, do Buzzfeed, o dinheiro era parte dos R$ 10 milhões que Marcelo Odebrecht resolveu destinar ao PMDB, após um jantar que teve em maio de 2014 com Michel Temer, no Palácio do Jaburu.

Melo Filho explicou aos investigadores que, dos R$ 10 milhões, a maior parte (R$ 6 milhões) teriam como destino Paulo Skaf, candidato do PMDB ao governo de São Paulo. Os outros R$ 4 milhões foram destinados ao próprio Padilha para campanhas do partido.

Os recursos que Melo Filho cita em sua delação não foram depositados em contas partidárias conforme manda a Justiça Eleitoral. Aos investigadores, ele revelou que um dos endereços de entrega do dinheiro teria sido a rua Capitão Francisco, nº 90, em São Paulo. Justamente a sede do escritório José Yunes e Associados.

A relação entre Yunes e Temer foi trazida novamente à tona pelo ex-aliado de Temer, o deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB). das perguntas feitas por Cunha que foram vetadas por Moro, duas miraram diretamente na amizade de Temer e Yunes: 1) "Qual a relação de Vossa Excelência com o Sr. José Yunes?" e 2) "O Sr. José Yunes recebeu alguma contribuição de campanha para alguma eleição de Vossa Excelência ou do PMDB, de forma oficial ou não declarada".

BUNDINHAS/Coxinhas acéfalos só irão as ruas ou bater panelas quando a carreta de alfafa tombar na avenida. Fizeram um "falso" Fora Renan (de mintirinha), mas estão todos mancomunados.

Anônimo disse...

SOBRARA ALGUÉM EM BRASILIA ??? LULA ESTÁ GARGALHANDO. JÁ ESTÁ VESTINDO A FANTASIA DE JARARACA. FAZENDO PIADINHAS ! SOLTO, RÉU EM TRÊS PROCESSOS, DENUNCIADO EM UM QUARTO PROCESSO. QUANDO É QUE VÃO PRENDÊ-LO ??? EM BRASILIA, EM CASO DE EMERGENCIA , DESESPERO , PROFUNDA DESCRENCA , REVOLTA, NÁUSEAS, ÂNSIAS DE VÔMITO, DESESPERANCA TOTAL , LIGAR PARA O CMP E PEDIR ATENDIMENTO EMERGENCIAL. O PAÍS ESTÁ A UM PASSO DA UTI. !!!

Anônimo disse...

ODEBRECHT DELATA CAIXA 2 EM DINHEIRO VIVO PARA ALCKMIN, O SANTO:

Em seu acordo de delação premiada, a Odebrecht afirmou que pagou caixa dois em dinheiro vivo para as campanhas de 2010 e 2014 do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB); um dos executivos que delataram o esquema foi Carlos Armando Paschoal, o CAP, ex-diretor da Odebrecht em São Paulo e que também fez afirmações sobre o repasse de R$ 23 milhões via caixa dois para a campanha presidencial de 2010 de José Serra; executivos da empreiteira mencionaram duas pessoas próximas ao governador como as intermediárias dos repasses e afirmam que não chegaram a discutir o assunto diretamente com Alckmin; R$ 2 milhões em espécie foram repassados ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin.

9 DE DEZEMBRO DE 2016

SP 247 - Em seu acordo de delação premiada, a Odebrecht afirmou que pagou caixa dois em dinheiro vivo para as campanhas de 2010 e 2014 do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). Executivos da empreiteira mencionam duas pessoas próximas ao governador como as intermediárias dos repasses e afirmam que não chegaram a discutir o assunto diretamente com Alckmin. R$ 2 milhões em espécie foram repassados ao empresário Adhemar Ribeiro, irmão da primeira-dama, Lu Alckmin. A entrega do recurso teria ocorrido no escritório de Ribeiro, na capital paulista.

As informações são da Folha de S.Paulo...

"Em 2014, o caixa dois para a campanha de reeleição de Alckmin teve como um dos operadores, segundo a empreiteira, o hoje secretário de Planejamento do governo paulista, Marcos Monteiro, político de confiança do governador.


Na época das negociações dos recursos, ele seria chamado de "MM" pelos funcionários da Odebrecht. A Folha não obteve os valores que teriam sido pagos na campanha para a reeleição.

Um dos executivos que delataram o caixa dois é Carlos Armando Paschoal, o CAP, ex-diretor da Odebrecht em São Paulo e um dos responsáveis por negociar doações eleitorais para políticos.

CAP, como é conhecido, também fez afirmações sobre o suposto repasse, revelado pela Folha, de R$ 23 milhões via caixa dois para a campanha presidencial de 2010 do atual ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).

Dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) indicam que não há doações diretas da Odebrecht à conta da candidatura de Alckmin em 2010 e 2014.

O tribunal registra, em 2010, apenas uma doação oficial de R$ 100 mil da Braskem, braço petroquímico da empreiteira, à direção do PSDB em São Paulo."

Anônimo disse...

SOBRARA ALGUÉM EM BRASILIA ??? LULA ESTÁ GARGALHANDO. JÁ ESTÁ VESTINDO A FANTASIA DE JARARACA. FAZENDO PIADINHAS ! CONTINUA SOLTO, RÉU EM TRÊS PROCESSOS, DENUNCIADO EM UM QUARTO PROCESSO. QUANDO É QUE VÃO PRENDÊ-LO ??? ISTO REVOLTA.!!! MAS, EM CASO DE EMERGENCIA , DESESPERO , PROFUNDA DESCRENCA , NÁUSEAS, ÂNSIAS DE VÔMITO, DESESPERANCA TOTAL, CARO AMIGO , TENHA CALMA, RESPIRE FUNDO E ACREDITE NO AMANHÃ.!!!

Anônimo disse...

Enquanto for Presidente, Temer NÃO PODE SER INVESTIGADO relativamente a fatos anteriores à sua ascensão à Presidência da República!!! A delação nem mesmo pode citar o nome de Temer!! Se o fizer, jogaram as leis brasileiras no lixo de vez!!!!

Anônimo disse...

Polibio,

Seria bom informar seus leitores sobre a nova lei da imigração. Outros blogueiros já estão informando:


http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2016/12/em-segredo-e-contando-com-cumplicidade.html

http://www.libertar.in/2016/12/congresso-aprova-lei-que-escancara-as.html

http://www.libertar.in/2016/12/parque-tematico-infantil-no-ira-ensina.html

Anônimo disse...

A Câmara dos Deputados aprovou a nova lei da imigração, dissolvendo as fronteiras do Brasil e dando direitos aos migrantes desconhecidos em detrimento dos brasileiros e migrantes legais.

Onde estão Bia Kicis, Joice Hasselman, Carla Zambelli, Kim Kataguiri, Marcelo Reis, Alan Santos, O Antagonista e o pessoal da "Esquerda Conservadora" ou socialistas fabianos?

O que vamos fazer desta vez? Bonecos, tomataço, melanciaço, abobraço, festas com selfies, passeios no domingo, sambar na avenida, apoiar o Renan Calheiros, pedir impeachment de alguém, recorrer ao STF, pedir ajuda do Bispo e do Papa, pedir ajuda ao Antagonista, pedir ajuda ao PT, fazer longos e confusos discursos blá blá blá?

Quanto mais seguimos a orientação deste pessoal, mais o Brasil afunda. Alguém percebe isto?

Anônimo disse...

ONU: PEC DE TEMER, RENAN E STF FERE DIREITOS HUMANOS:

9 DE DEZEMBRO DE 2016

247 - A Organização das Nações Unidas (ONU) criticou nesta sexta-feira, 9, a proposta do governo de Michel Temer que congela por 20 anos os gastos públicos, indexando-os à inflação, a chamada PEC 55.

Em nota à imprensa, o relator especial da ONU para extrema pobreza e direitos humanos, Philip Alson, diz que o efeito "inevitável" da medida será o prejuízo aos mais pobres nas próximas décadas.

"Se adotada, essa emenda bloqueará gastos em níveis inadequados e rapidamente decrescentes na saúde, educação e segurança social, portanto, colocando toda uma geração futura em risco de receber uma proteção social muito abaixo dos níveis atuais", afirma Alson.

O Relator Especial nomeado pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU recomendou ao Governo Brasileiro que garanta um debate público apropriado sobre a PEC 55, que estime seu impacto sobre os setores mais pobres da sociedade e que identifique outras alternativas para atingir os objetivos de austeridade.

"Uma coisa é certa", ele ressaltou. "É completamente inapropriado congelar somente o gasto social e atar as mãos de todos os próximos governos por outras duas décadas. Se essa emenda for adotada, colocará o Brasil em uma categoria única em matéria de retrocesso social".

O representante da ONU reitera que a PEC 55, que pode ser votada em segundo turno na próxima terça-feira, 13, é uma medida radical, desprovida de toda nuance e compaixão. "Vai atingir com mais força os brasileiros mais pobres e mais vulneráveis, aumentando os níveis de desigualdade em uma sociedade já extremamente desigual e, definitivamente, assinala que para o Brasil os direitos sociais terão muito baixa prioridade nos próximos vinte anos."

Ele acrescentou: "Isso evidentemente viola as obrigações do Brasil de acordo com o Pacto Internacional dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais que o pais ratificou em 1992, que veda a adoção de "medidas deliberadamente regressivas" a não ser que não exista nenhuma outra alternativa e que uma profunda consideração seja dada de modo a garantir que as medidas adotadas sejam necessárias e proporcionais." (...)

O debate sobre a PEC 55 foi apressadamente conduzido no Congresso Nacional pelo novo Governo com a limitada participação dos grupos afetados, e sem considerar seu impacto nos direitos humanos. Um estudo recente sugere que 43% dos brasileiros não conhecem a emenda, e entre aqueles que conhecem, a maioria se opõe a ela.

O relator especial, que está em contato com o Governo Brasileiro para entender melhor o processo e a substancia da emenda proposta, ressaltou que "mostrar prudência econômica e fiscal e respeitar as normas internacionais de direitos humanos não são objetivos mutuamente excludentes, já que ambos focam na importância de desenhar medidas cuidadosamente de forma a evitar ao máximo o impacto negativo sobre as pessoas."

"Efeitos diretamente negativos têm que ser equilibrados com potenciais ganhos a longo prazo, assim como esforços para proteger os mais vulneráveis e os mais pobres na sociedade", disse ele.

"Estudos econômicos internacionais, incluindo pesquisas do Fundo Monetário internacional, mostram que a consolidação fiscal tipicamente tem efeitos de curto prazo, reduzindo a renda, aumentando o desemprego e a desigualdade de renda. E a longo prazo, não existe evidência empírica que sugira que essas medidas alcançarão os objetivos sugeridos pelo Governo," salientou o relator especial.

QUE TIPO DE LAVAGEM CELEBRAL fizeram nessas pessoas , hoje eles aceitam passivamente trabalhar por um prato de comida sem reclamar , porque reclamar disso é esquerdismo , direitista tupiniquim trabalha por um prato de comida pra não ser esquerdista. Que se fod. todos.

Anônimo disse...

Não era só Aécio: a festa da Istoé reuniu Moro a uma seleção de políticos barra suja:

09 Dec 2016 : Kiko Nogueira - DCM

Gente diferenciada
Brasileiros do Ano

As cenas de Aécio e Moro confabulando animadamente acabaram roubando (sic), compreensivelmente, o protagonismo da festa da Istoé dos “Brasileiros do Ano”.

O megadelatado na Lava Jato, porém, não era o único enrolado na Justiça. A noite era um verdadeiro quem é quem da propinocracia — como gosta Dallagnol — brasileira.

Fazia sentido um magistrado estar presente no meio de tanta gente diferenciada?

Segundo o Código de Ética da Magistratura, o juiz “deve comportar-se na vida privada de modo a dignificar a função, cônscio de que o exercício da atividade jurisdicional impõe restrições e exigências pessoais distintas das acometidas aos cidadãos em geral”.
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À exceção de Henrique Meirelles, a totalidade dos políticos que estavam na chamada tribuna de honra (duas fileiras de cadeiras no palco), está com a barra suja, citada na operação comandada pelos homens de Curitiba, principalmente.

Michel Temer, o grande homenageado, é acusado por Marcelo Odebrecht de ter recebido 10 milhões de reais em dinheiro de caixa dois para financiar o PMDB, que também apontou que seu braço direito Eliseu Padilha, da Casa Civil, ficou com 4 milhões (Padilha ficou em casa).

Executivos da empreiteira afirmam que o chanceler José Serra, um dos mais animados da festança, com seu charme transilvânio, teria levado 23 milhões de reais via caixa dois, entregues na Suíça.

Leonardo Picciani, ministro do Esporte, está envolvido numa denúncia uma funcionária da Carioca Engenharia, que teria pago propinas à uma empresa dele e de sua família apelando para “vacas superfaturadas”.

Roberto Freire, substituto de Marcelo Calero na pasta da Cultura, é uma das estrelas da famosa lista de propinas da Odebrecht surgida em março. Freire aparece como tendo embolsado 500 mil reais em 2012, ano em que não disputou as eleições.

O tucano Bruno Araújo, ministro da Cidades, aparecia nas planilhas do departamento de propina.

Araújo, que ficou famoso por ter dado o voto 342 na sessão do impeachment de Dilma na Câmara, condecorou o diretor da Odebrecht Claudio Melo Filho, um dos principais delatores, com a Medalha do Mérito Legislativo em novembro de 2012.

Melo confirmou os repasses a ele.

Definitivamente, Ludmila, Grazi Massafera e Isaquias Queiroz não mereciam estar em tão má companhia.

FASCISTA é inimigo, se tiverem de te entregar pra forca, o fazem sem titubear.

Anônimo disse...


Chega daqueles ladrões proletários.

O país deve crescer. Agora temos ladrões de casaca, ladrões de fino trato.

Luiz Campos disse...

O talento dos distribuidores de propina da Odebrecht para apelidar os políticos "beneficiários" é de um talento realmente artístico:

* Eduardo Cunha: CARANGUEJO
* Geraldo Alckmin: SANTO
* Geddel Vieira Lima: BABEL (fala muito)
* Renan Calheiros: JUSTIÇA
* Rodrigo Maia: BOTAFOGO
* Heráclito Fortes: BOCA MOLE
* Eunício Oliveira: ÍNDIO
* Eliseu Padilha: PRIMO
* Romero Jucá: CAJU

Anônimo disse...

CADE A LISTA COM OS NOMES E CODINOMES POR QUE A MIDIA PELEGA VERMELHA NAO MOSTRA ESTAO BLINDANDO OS IRMAS METRALHA DO ACRE = O MENINO DA FLORESTA É O TIAO VIANA GOVERNADOR PETRALHA DO ACRE E O IRMAO DELE É O SAFADO QUE JÁ É REU O JORGE VIANA DO PT SENADOR VICE DE RENAN CANALHEIROS NO SENADO.ESTAMOS NAS GARRAS DE BANDIDOS NO SENADO- RENAN MAIS UMA VEZ CITADO ESTE RENAN ESTÁ EM TROCENTAS DELAÇOES COMO TENDO RECEBIDO MUITA MUITA PROPINA A GRANA É MUITA SEGUNDO AS DELAÇOES, E O TAL JORGE VIANA DO ACRE QUE JÁ É REU AGORA APARECE EM DELAÇAO TERIA RECEBIDO EM MAOS 300 MIL A REUNIAO P ACERTAR A GRANA FOI NO L HOTEL EM SAO PAULO

Roberto disse...

Na realidade não foi uma "compra". Todos esses valores foram repassados aos políticos, quantias essas advindas de superfaturamentos de obras públicas, isto é, dinheiro proveniente de nossos impostos. Daí portanto a facilidade com que repassavam, ou vão me dizer que a empreiteira tirava do próprio bolso?

Anônimo disse...

DELATOR APRESENTA PROVA DA PROPINA A TEMER, O MT:

Em sua delação premiada, Claudio Melo Filho, ex-diretor da Odebrecht em Brasília, apresentou um email de Marcelo Odebrecht (MO) para comprovar que os R$ 10 milhões pedidos por Michel Temer à empreiteira no Jaburu foram propina; na mensagem, Marcelo diz ter feito o pagamento a MT (Michel Temer) depois de "muito choro" e afirmou que este seria o último pagamento ao time dele; os recursos foram divididos com Eliseu Padilha, chefe da Casa Civil, José Yunes, amigo e parceiro de Temer, e também Eduardo Cunha, que, nas perguntas que tentou enviar a Temer, mas que foram barradas por Sergio Moro, o questionou sobre essa doação; Claudio Melo Filho também disse que o PMDB era chamado de PMDBrecht; em nota, Temer afirmou que o delator mente, mas o caminho mais sensato que lhe resta é a renúncia.

10 DE DEZEMBRO DE 2016

247 – Neste momento, Michel Temer deve estar pensando seriamente em sua própria renúncia. O motivo: depois da delação da Odebrecht, que se soma a sua impopularidade gigantesca e à destruição da economia brasileira, não há a menor chance de que ele consiga permanecer na presidência da República por muito tempo.

Na noite de ontem, depois da revelação de que Michel Temer pediu R$ 10 milhões à Odebrecht em pleno Palácio do Jaburu, que teriam sido entregues parcialmente, numa mala de dinheiro, a seu melhor amigo, Jorge Yunes, que é também tido no mercado como seu parceiro em empreendimentos imobiliários (saiba mais aqui), o Palácio do Planalto reagiu com a seguinte nota:

O presidente Michel Temer repudia com veemência as falsas acusações do senhor Cláudio Melo Filho. As doações feitas pela Construtora Odebrecht ao PMDB foram todas por transferência bancária e declaradas ao TSE. Não houve caixa 2, nem entrega em dinheiro a pedido do presidente.

Pois bem: a Odebrecht sustenta que os pagamentos a Temer saíram do departamento de propinas da empreiteira, eram contrapartidas por favores governamentais – ou seja, propina – e também traz, como prova, um email de Marcelo Odebrecht, o MO, a seus executivos.

Nele, Marcelo diz que só aceitou pagar "depois de muito choro" e que este seria o último pagamento ao "time de MT", Michel Temer.

Dos R$ 10 milhões, R$ 6 milhões teriam sido destinados à campanha de Paulo Skaf ao governo de São Paulo. Os R$ 4 milhões restantes teriam sido distribuídos a Eliseu Padilha, Yunes, o amigão de Temer, e a Eduardo Cunha, que está preso em Curitiba.

Ao formular perguntas a Temer, sua testemunha na Lava Jato, Cunha quis questioná-lo sobre esse pagamento da Odebrecht a ele, via Jorge Yunes, mas o juiz Sergio Moro vetou as questões. (...)

ESSA É A "diferença" contra Dilma e Lula os Delatores não apresentam provas, já contra outros.....

Anônimo disse...

Dr. Juíz Sérgio Moro! Não temas, 97% do povo está contigo. Hoje não temos emprego, educação, saúde e nem segurança. A corrupção e os corruptos destruíram o Brasil. O Natal da minha família não será como o de Lula, Dilma, Renan, Padilha, Romero Jucá etc. Esses terão festas e muitos presentes trocados, mas para o povo que foi iludido por eles, será um dia como outro qualquer. Preocupação com os Impostos, desesperança e pensamento positivo de conseguir um trabalho no ano que se inicia. Sei que um dia se fará justiça, ou, pelos Juízes que nos representam, ou, pela justiça de Deus, mas com certeza ela virá.