quinta-feira, 15 de dezembro de 2016

Senado e Câmara reagem à "interferência" do ministro Luiz Fux

Senado e Câmara atacarão a decisão de Fux ainda hoje. 

Ao lado, Renan, que tromba de novo com o STF.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou nesta quinta-feira ser "indefensável" a decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux que determinou a devolução à Câmara dos Deputados do projeto com medidas contra a corrupção.

Renan disse que não vai devolver coisa alguma.

"Essa medida é indefensável, porque ela interfere no processo legislativo. E há uma decisão do Supremo no sentido de que não pode haver interferência no processo legislativo", disse Renan.

O texto do pacote anticorrupção foi aprovado na Câmara, no final de novembro, com grandes modificações em relação ao projeto original proposto pelo Ministério Público Federal.

8 comentários:

Anônimo disse...

Não há interferência do STF no legislativo. Deputado Eduardo Bolsonaro que provocou o STF. Ação legítima pois a vontade popular foi solapada.

Anônimo disse...

Acho que foi a única maneira de parar um coronel desatinado, pensando em fazer para seu próprio benefício.

Anônimo disse...

Mas ele interferir no judiciário está ok? Ah, vai catar coquinho!

jorge alves ribeiro disse...

Até quando vamos ter que aguentar o que esse safado está fazendo? Ele desafia os poderes, desafia todo o mundo e isso fica por isso mesmo. Esse STF tem que se dar ao respeito e mandar prender esse ordinário.

jorge alves ribeiro disse...

Até quando vamos ter que aguentar o que esse safado está fazendo? Ele desafia os poderes, desafia todo o mundo e isso fica por isso mesmo. Esse STF tem que se dar ao respeito e mandar prender esse ordinário.

Anônimo disse...

Não foi o Renan que disse que decisão do STF tem que ser cumprida? E este blog vai publicar artigo: Luis Fux, Solitário e Inconsequente, nos mesmos moldes do artigo publicado sobre Marco Aurélio? Ou todos os Ministros do Supremo são consequentes, menos o Marco Aurélio?

Anônimo disse...

Não houve interferência alguma. O Judiciário foi provocado, de maneira legítima e decidiu. A Lei 9.709/98 prevê o procedimento de projetos de iniciativa popular e a Câmara sequer pode negar seguimento.
Maia e outros deputados mudaram a essência do projeto, o que não poderiam fazer.
Os deputados, na prática, extinguiram o direito de apresentação de projetos populares. Se podem mudar o projeto, qualquer tentativa, doravante, cairá no vazio. Nunca mais se aprovará nenhum outro.

Anônimo disse...



RENAN CALHORDAS, EXMO PRESIDENTE DO SENADO BRASILEIRO.