Pesquisa CNI/Ibope diz que 46% da população dizem que é ruim ou péssimo o governo Temer

Avaliação
Ruim ou péssimo, 46% 
Regular, 35% 
Óimo ou bom, 13%
Não sabem ou não responderam, 6%

A avaliação do governo como ruim ou péssimo aumentou em relação ao levantamento divulgado em setembro. Naquela pesquisa, o governo foi considerado ruim ou péssimo por 39% da população. Em setembro, 14% dos entrevistados acharam o governo ótimo ou bom, 34% regular e 12% não sabiam ou não responderam%.

Entre os entrevistados, 26% aprovam a maneira do presidente Temer governar e 64% desaprovam. 

Ao responder sobre as perspectivas em relação ao restante do governo Temer, 43% consideram que será ruim ou péssimo, 32% que será regular e 18% acreditam que será ótimo ou bom. Outros 7% não sabem ou não responderam.

A pesquisa foi feita ouvindo 2002 pessoas em 141 municípios. O período de coleta das informações foi entre 1º e 4 deste mês. A margem de erro é estimada em 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

CLIQUE AQUI para ler tudo.

17 comentários:

Anônimo disse...

TEMER NÃO É CONFIÁVEL PARA 72%, DIZ CNI/IBOPE:

Pesquisa Ibope, encomendada pela CNI, aponta que passou de 39% para 46% o percentual de brasileiros que consideram o governo Michel Temer ruim ou péssimo; aprovação ao modo de governar de Temer é reprovada por 64% da população, segundo a pesquisa realizada em novembro; em outubro, o percentual era de 55%; 72% dos brasileiros disseram ainda não confiar em Michel Temer, que também viu sua avaliação negativa crescer nove pontos, para 69%; agravamento da crise econômica e política, além das sucessivas denúncias de corrupção, derrubam a tese de que o impeachment de Dilma Rousseff tinha como objetivo salvar o Brasil; Michel Temer está por um fio.

16 DE DEZEMBRO DE 2016

247 - Pesquisa Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta sexta-feira, 16, aponta que passou de 39% para 46% o percentual de brasileiros que consideram o governo Michel Temer ruim ou péssimo. Ainda segundo o levantamento, o índice dos que aprovam a gestão do peemedebista, que em outubro era de 14%, caiu para 13% em novembro.

Segundo os dados, 64% da população reprovam o modo de governar de Michel Temer, segundo a pesquisa realizada em novembro. Em outubro, o percentual era de 55%. 72% dos brasileiros disseram ainda não confiar em Michel Temer (contra 68% em outubro). O presidente também viu sua avaliação negativa subir nove pontos, para 69%.

Pesquisa CNI/Ibope foi realizada entre os dias 1 e 4 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas em 143 municípios brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi realizada antes de vir à tona a delação premiada do ex-vice-presidente da empreiteira Odebrecht Cláudio Melo Filho, que diz ter acertado o repasse de R$ 10 milhões para o PMDB, em uma reunião que teria contado com a presença de Temer, no Palácio do Jaburu, em Brasília. Os recursos teriam sido utilizados na campanha eleitoral ed 2010.

A denúncia do ex-executivo da Odebrecht levou o assessor especial e amigo pessoal de Michel temer, José Yunes, a pedir demissão do cargo. Ele foi o sétimo membro do núcleo do governo a deixar o cargo por denúncias de corrupção.

Anônimo disse...

Malafaia é levado à PF: o castigo do fariseu moralista:

FERNANDO BRITO/16/12/2016 o o tijolaço



hipocritamalafa

Silas Malafaia bateu palmas e soltou os seus “Oh, Glória!” enquanto os que eram vítimas do arrastão policial-judicial que, sob o nome de “condução coercitiva” levava as pessoas nos camburões da PF antes mesmo de terem sido chamadas a depor sobre aquilo de que estavam sendo acusadas.

Agora, o mesmo acontece com ele, acusado de ajudar a lavar o dinheiro que o atual diretor de Arrecadação do Departamento Nacional de Produção Mineral, Márcio Valadares Moreira, através da empresa LCM – Consultoria Financeira Especializada em Municípios Ltda, de propriedade de sua irmã, Lilian.

Quer que alguém defenda o direito que ele tem de se defender?

Mesmo que não o mereça, terá. Mas justo naqueles que ele xingava nos seus acessos.

Os fariseus, os hipócritas, as vestais que acusaram a todos de tudo estão provando do próprio veneno.

Eduardo Cunha foi o primeiro, mas, um a um, seus comparsas no impeachment de Dilma estão provando o gosto amargo da hipocrisia.

Aliás, em consequência do que se disse, posto os tweets que Malafaia fez, desde São Paulo, depois que a PF foi (?) buscá-lo em casa.

Anônimo disse...


Nesse caso, os coxinhas não acreditam em pesquisas!

O candidato deles ainda não conseguiu começar o seu governo, quando dá um passo vai em direção de duas gigantescas ratoeiras: A reforma da Previdência e a reforma Trabalhista...

Já a "base aliada" já está perdendo a paciência com Temer. PSDB já começa a ensaiar um distanciamento discreto. Outros já tramam um novo golpe...



Anônimo disse...

Alckmin diz que recondução de Aécio no PSDB é “golpe”. Reclame com Temer:

FERNANDO BRITO/16/12/2016 - o tijolaço

doer

Como se afirmou ontem aqui, a cúpula tucana e o Governo Temer mostraram a porta de saída do PSDB para o Governador Geraldo Alckmin.

Agora há pouco, na Folha, diz-se que Alckmin considerou a medida uma “expulsão branca” e “golpe branco” para “forçá-lo a deixar o PSDB se quiser garantir a sua candidatura à Presidência em 2018”.

Garantir, ele garante, com o controle do PSB.

Daí a tornar-se viável, é outra conversa, bem distante.

Se o PSDB pouco passa de São Paulo, Alckmin não passa nem um metro das fronteiras do Estado.

O tucanato, depois de se acorrentar a Michel Temer, na certeza de que lhe vão tomar o governo, cometeram outra imensa imprudência.

Alckmin pode não ter força, em voo solo, para pretender vencer uma eleição nacional.

Mas tem – e já provou – forças mais que suficientes para criar um problema incontornável para Aécio: que pretensão eleitoral pode o Mineirinho sem uma votação expressiva em São Paulo ainda mais se Moro ou Bolsonaro forem lhe roubar outros cinco ou dez por cento por lá?

A vocação de traição dos tucanos é tão grande que até dentro de casa e com consequências potencialmente suicida eles não conseguem controla-la.

Anônimo disse...

Mais uma pesquisa sem pé nem cabeça, qual o objetivo dessa pesquisa? Temer está tentando administrar um país afundado até o pescoço, está numa situação mais ou menos a que Ivo Sartori está passando.Querem milagres? Vá a igreja, ajoelha no milho durante 6 horas e faça uma promessa que irá a pé carregando uma cruz de Roraima até Aparecida São Paulo, quem sabe as coisa mudam do dia para noite.

Unknown disse...

E o Políbio embarca em todas!!!
Até nas da Datafraude!!!
Acorda meu!!!

Anônimo disse...

Assim Moro blindou Temer:

Propina foi acertada no escritório do "MT"

16/12/2016

Na Fel-lha:
Em reunião, Temer negociou doação para ajudar Odebrecht, diz delator.

O encarcerado - só foi em cana depois que o Procurador Janot considerou que tinha perdido a serventia (destituir a Dilma) - Eduardo Cunha arrolou o "MT", alcunha de Michel Temer na Odebrecht, entre suas testemunhas diante do Imparcial de Curitiba.

(Sobre ele, ler "Tentaram matar o Brani".)

Cunha formulou a seguinte pergunta ao MT:

- V. Ex.a tem conhecimento se houve alguma reunião sua com fornecedores da área internacional da Petrobras com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político na avenida Antônio Batuíra, no. 470, em São Paulo/SP, juntamente com o senhor João Augusto Henriques?"

O imparcial de Curitiba vetou a pergunta com o argumento com que entrará para História da Magistratura Ocidental: "não vem ao caso!".

A sorte é que a Odebrecht deu o drible da vaca no Moro.

E nesta sexta-feira 16/XII cinzenta e fria de São Paulo, a Bela Megale da Fel-lha acaba de realizar o sonho daquele amigo do Brani: encaminhar o Imparcial de Curitiba à cadeia:

João Augusto Henriques, empresario e lobista ligado ao PMDB esteve presente à reunião no escritorio do "MT", na excelsa companhia do Cunha e do delator de Odebrecht, Márcio Faria, para tratar da propina gorda.

João Henriques está em cana na Lava Jato.

Cunha também.

Márcio Faria faz delação premiada.

E Moro e Temer ainda desfrutam de provisória liberdade.

PHA

Anônimo disse...

Temer pede à Globo para não cair:

A canoa já virou e só a Globo não notou

16/12/2016 - Conversa Afiada

No Poder 360, por Fernando Rodrigues:

Cada vez com menos poder político, o presidente Michel Temer se mexeu nos últimos 2 dias. Procurou quem ele acredita que pode ajudá-lo a pacificar as relações entre os Três Poderes. Nos bastidores, operadores da política já projetam cenários de uma possível queda do peemedebista.

Na 4ª feira (14.dez), o presidente jantou com João Roberto Marinho, vice-presidente das Organizações Globo, no Palácio do Jaburu. A conversa foi franca. Michel Temer falou o que considerava fora do tom no noticiário da maior emissora de TV do país.

(...) O Planalto acha exagerado o tom do noticiário da emissora. “Eles noticiam caixa 2 como se fosse homicídio”, foi uma frase ouvida pelo Poder360 de um alto integrante do governo analisando o tom dos relatos sobre a Lava Janto nos telejornais da Globo.

Anônimo disse...

Malafaia, serrista, vai para o Inferno (com ele)?

Miro lava a sujeira na companhia de Timóteo​

16/12/2016 - Conversa Afaida

Quem beija? Judas? O amigo navegante se lembra do papel decisivo do Silas Malafaia na campanha (um desastre ferroviário, diria o Mino Carta) do Padim Pade Cerra, à Presidência contra a Dilma.

Malafaia foi a ligação de Cerra com Deus, sem intermediários (outro que opera no wi-fi de Deus é o Dallagnol...).

Diziam até que, se eleito, Cerra concederia a Malafaia uma rede nacional de televisão.

Puro boato.

O que não é boato é o que o Blog do Miro publicou:

O "pastor" Silas Malafaia, famoso por explorar a religiosidade popular e por suas pregações de ódio, pode estar a caminho do inferno - ou, ao menos, da cadeia! Segundo o site G1, da Globo, "o líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo foi alvo de condução coercitiva para prestar esclarecimentos sobre a suspeita de lavagem de dinheiro" na manhã desta sexta-feira (16). Ele é acusado de integrar uma milionário esquema de corrupção na cobrança de royalties na mineração.

A operação da Polícia Federal foi batizada com um nome bem sugestivo: Timóteo. É uma referência a uma passagem da Bíblia: "Os que querem ficar ricos caem em tentação, em armadilhas e em muitos desejos descontrolados e nocivos, que levam os homens a mergulharem na ruína e na destruição, pois o amor ao dinheiro é raiz de todos os males. Algumas pessoas, por cobiçarem o dinheiro, desviaram-se da fé e se atormentaram a si mesmas com muitos sofrimentos".

A ação contra a máfia do minério resultou em prisões e buscas em 11 estados. No Pará, ela atingiu outro nome famoso: o do filho do governador tucano Simão Jatene. Ainda de acordo com a PF, "a suposta organização criminosa agia junto a prefeituras para obter parte dos 65% da chamada Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM) repassada aos municípios. Em 2015, o CFEM acumulou quase R$ 1,6 bilhão... Segundo investigações da Operação Timóteo, um diretor do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) oferecia informações privilegiadas sobre dívidas de royalties a dois escritórios de advocacia e uma empresa de consultoria", relata o G1.

O site ainda dá detalhes de como funcionava o esquema:

*****

As investigações da Operação Timóteo apontam que a suposta organização criminosa era dividida em, pelo menos, quatro grandes núcleos:

- o núcleo captador, formado por um diretor do DNPM e pela mulher dele, que, segundo a PF, prospectavam prefeitos interessados em ingressar no esquema;

- o núcleo operacional, composto por escritórios de advocacia e uma empresa de consultoria registrada no nome da esposa do diretor do DNPM que comandava o esquema de corrupção. Esse núcleo, afirma a PF, repassava valores indevidos a agentes públicos;

- o núcleo político, formado por políticos e servidores públicos responsáveis pela contratação dos escritórios de advocacia integrantes do esquema;

- o núcleo colaborador, que, conforme os policiais, era responsável por auxiliar na ocultação e dissimulação do dinheiro desviado. Entre os integrantes desse núcleo está uma liderança religiosa que recebeu dinheiro do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. A PF apura se esse religioso emprestou contas bancárias da instituição que ele comanda para ocultar a origem ilícita do dinheiro.

Anônimo disse...

O PT partido-quadrilha já foi para o saco, só falta por na cadeia alguns de seus chefões, inclusive o mão-leve dos quatro dedos e a da cabeça baldia. Agora chegou a hora e a vez do seu exército de sócios, puxadões e puxadinhos.

Anônimo disse...

Deltan fraudou assinaturas no projeto das 10 medidas anticorrupção?

16 dezembro 2016 - Blog do esmael

O presidente da Câmara Rodrigo Botafogo Maia (DEM-RJ) acredita que o procurador da República Deltan Dallagnol, da Lava Jato, fez “cabritagem” na coleta de 2 milhões de assinaturas para validar o projeto de iniciativa das 10 medidas anticorrupção.

Botafogo — apelido de Maia revelado em delação da Odebrecht — quer acionar os TREs para checar a veracidade das assinaturas, bem como os números de títulos de eleitor daqueles que subscreveram a iniciativa popular.
A bronca de Maia, o Botafogo, é com a liminar do ministro Luiz Fiat Fux que mandou o Senado devolver o pacote anticorrupção à Câmara. O magistrado não gostou de os deputados modificarem o texto da iniciativa popular. No entanto, a lei da ficha limpa, aprovada em 2010, também sofrera alterações no Congresso Nacional.
O presidente da Câmara ouviu o ministro Gilmar Mendes, do STF, que na audiência pública no Senado sobre o abuso de autoridade desqualificou as assinaturas coletadas por Deltan afirmando que assinaturas de iniciativas populares podem ser facilmente coletadas com a ajudado sindicato dos camelôs das grandes cidades.

Em 2007, a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp) recorreu aos camelôs para obter 1 milhão de assinaturas pelo fim da CMPF, ou seja, contra o financiamento da SUS (o dinheiro do imposto do cheque bancava a saúde pública).

Pelas histórias que chegaram ao Blog do Esmael, se houver uma recontagem, possivelmente o projeto retornará ao procurador para que retome dentro da legalidade a coleta de boas subscrições.

A campanha pelas 10 medidas anticorrupção foi concebida pela agência de propaganda OpusMúltipla, de Curitiba, segundo denúncia do senador Roberto Requião (PMDB-PR).

Anônimo disse...

As perguntas de Cunha barradas por Moro estão sendo respondidas de qualquer jeito:

16 Dec 2016/ Mauro Donato - DCM

De uma lista de perguntas preparada por Eduardo Cunha ao arrolar Michel Temer como uma de suas testemunhas de defesa, a de número 34 indagava:

“V. Exª tem conhecimento se houve alguma reunião sua com fornecedores da área internacional da Petrobras com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político na avenida Antonio Batuira 470, em São Paulo, juntamente com o sr. João Augusto Henriques?”.

O juiz de primeira instância Sergio Moro barrou esta e outras 20 perguntas por considerar ‘inapropriadas’.

Com os acontecimentos vindo a galope, poucas semanas depois vem à luz a delação do tal fornecedor da área internacional da Petrobras. É Márcio Faria, ninguém menos que o presidente da Odebrecht Engenharia Industrial, um braço da empreiteira para obras industriais no Brasil e no exterior. Faria confirmou a reunião e também seu propósito. Na ocasião, Michel Temer tratou de doação para sua campanha em troca de favorecimentos à Odebrecht.

Sem ter mais para onde correr, Michel Temer agora da a seguinte resposta evasiva: “Pode ser que estive sim, pode ser o referido senhor Marcio Faria, mas não posso garantir.”

Marcio Faria não era um pé de chinelo, era responsável pelos contratos de prestação de serviço para projetos com a área de negócios internacionais da Petrobras. Não da para dizer que a quantia negociada tenha sido o troco da pinga. Temer não lembra de nada disso?

O segundo nome contido na pergunta de Cunha censurada por Moro, o ‘sr. João Augusto Henriques’, é empresário e lobista que fazia a ponte para o futuro PMDB/Petrobras. Também ele já confirmou ter havido um contrato de R$ 1 bilhão com a Odebrecht às vésperas das eleições de 2010.

Tanto Eduardo Cunha como o João Augusto Henriques estão presos em Curitiba. Terra onde Moro vetou as perguntas que agora são não só respondidas como divulgadas. Por que tem competido à grande imprensa a responsabilidade de tornar públicas as informações? Porque esse é o pacto.

O andamento de todo o processo do golpe sempre esteve apoiado nos vazamentos das delações. Eles ocorrem nos momentos considerados apropriados, com trechos seletivos, visando determinados personagens, obedecendo um cronograma que nos levará para o calabouço das eleições indiretas.

Quando a delação de Marcelo Odebrecht vier à tona e confirmar os repasses de muitos milhões de reais ao PMDB acertados em jantares no Palácio do Jaburu (o palacete do vice que nunca foi decorativo), Michel Temer será levado ao cadafalso. O país que hoje sabe-se encolhido pelos próximos 20 anos de teto baixo, verá o bastão ser passado para as mãos de um outro presidente, sem poder opinar. E tudo isso por conta de um bando que não aceitou o resultado das urnas em 2014 e que agora perdeu o controle da situação.

Anônimo disse...

Folha de São Paulo

Em reunião, Temer negociou doação para ajudar Odebrecht, diz delator:

Pedro Ladeira - 16.dez.2015

O vice-presidente Michel Temer e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, participam do congresso do PMDB em Brasília (DF)
Michel Temer e Eduardo Cunha, durante congresso do PMDB em Brasília, em 2015
MARINA DIAS
BELA MEGALE
DE BRASÍLIA

15/12/2016 21h32
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Um ex-executivo da Odebrecht afirmou à equipe da Operação Lava Jato que o presidente Michel Temer participou de uma reunião em 2010 para tratar de doações à campanha eleitoral do PMDB daquele ano em troca de facilitar a atuação da empreiteira em projetos da Petrobras.

Segundo o relato, o encontro ocorreu no escritório de Temer em São Paulo e contou com a presença do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de João Augusto Henriques, apontado como um dos lobistas do PMDB na Petrobras, e de Márcio Faria, então presidente da Odebrecht Engenharia Industrial, braço da empreiteira responsável por obras industriais no Brasil e no exterior.

À época, Temer era deputado federal, presidente do PMDB e candidato a vice na chapa de Dilma Rousseff (PT). Cunha concorria à reeleição para a Câmara.

A Folha apurou que Faria é o executivo que detalhou a reunião no seu acordo de delação premiada. Ele é um dos 77 funcionários do grupo baiano que firmaram acordo com a Lava Jato e, desde a semana passada, têm prestado depoimentos ao Ministério Público Federal.

Procurado, Temer afirmou, via assessoria, que Cunha levou um empresário a seu escritório em 2010. O presidente diz que "pode ser o referido senhor Márcio Faria, mas não pode garantir".

A Folha apurou com três pessoas relacionadas à investigação que a contrapartida para as doações eleitorais ao PMDB em 2010 estaria ligada a benefícios para a Odebrecht em obras do chamado Projeto PAC SMS (Plano de Ação de Certificação em Segurança, Meio Ambiente e Saúde) da Petrobras.

Ligado ao PMDB, João Henriques já afirmou que um contrato de quase US$ 1 bilhão foi fechado às vésperas do segundo turno das eleições de 2010 entre a área internacional da Petrobras, sobre a qual ele tinha influência, e a Odebrecht.

Segundo o acordo, a empreiteira cuidaria, no âmbito do PAC SMS, da segurança ambiental da estatal em dez países. A Odebrecht Engenharia Industrial, presidida à época por Faria, era responsável pelos contratos de prestação de serviço do projeto para a área de negócios internacionais da Petrobras.

Pessoas ligadas às investigações afirmaram ainda que Cunha mencionou a reunião em São Paulo quando elaborou 41 perguntas a Temer no mês passado, ao arrolar o presidente como sua testemunha de defesa na Lava Jato.

Preso em Curitiba sob acusação de envolvimento no esquema da Petrobras, o ex-presidente da Câmara questionou, na pergunta de número 34, se Temer tinha conhecimento de "alguma reunião sua [dele] com fornecedores da área internacional da Petrobras com vistas à doação de campanha para as eleições de 2010, no seu escritório político, juntamente com o sr. João Augusto Henriques".

O juiz Sérgio Moro, que conduz a Lava Jato na primeira instância, indeferiu essa e outras 20 questões que não foram encaminhadas a Temer pois, segundo o magistrado, eram "inapropriadas". (...)

Carlos Mota disse...

Pôrra, Políbio, até quando tu vai publicar estes bifes destes quadrilheiros de esquerda???
Te vendestes para a esquerdalha???
Não acredito nisto.

Anônimo disse...

Malafaia é alvo de operação da PF contra fraude em cobrança de royalties:

16/12/2016 - UOL

"13.mar.2016 - O pastor Silas Malafaia participa de ato contra corrupção no governo Dilma"

O pastor Silas Malafaia é alvo de mandado de condução coercitiva no âmbito da Operação Timóteo, deflagrada na manhã desta sexta-feira (16), pela Polícia Federal. O diretor do DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), Marco Antonio Valadares Moreira, e a mulher dele foram presos pela PF. Alberto Lima Silva Jatene, filho do governador do Pará, Simão Jatene (PSDB), é alvo de mandado de prisão temporária.

A operação apura um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral. Moreira comanda a Diretoria de Procedimentos Arrecadatórios, responsável por gerenciar as receitas do DNPM. O setor cobra e distribui as cotas-partes da CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais), o chamado royalty da mineração, a Estados e municípios. Este ano, a arrecadação já alcança R$ 1,6 bilhão.

A PF afirma que o núcleo captador da organização, supostamente formado por Moreira e sua esposa, cooptava prefeitos interessados em ingressar no esquema. O núcleo operacional, que seria composto por escritórios de advocacia e uma empresa de consultoria em nome da esposa do diretor, repassava valores indevidos a agentes públicos.

Malafaia
Segundo a Polícia Federal, Malafaia teria "emprestado" contas correntes da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo para ocultar valores desviados em um esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.

Em posts no Twitter, o religioso afirmou ter recebido uma "oferta de cem mil reais de um membro da igreja" de um outro pastor, que seria seu amigo....

"Não sei o não conheço o que ele faz", completou Malafaia. O cheque teria sido depositado pelo próprio beneficiário em sua conta corrente. "Por causa disso sou ladrão? Sou corrupto? Recebo ofertas de inúmeras pessoas." Malafaia afirmou que está em São Paulo e vai se apresentar à PF na cidade.

Ariel Peres disse...

A Mídia preocupada com TEMER.....por que NÃO se preocuparam com lula, dirma e tantos outros......por mim, corria com todos, na verdade, se procurarem um probo, não o façam nos políticos, POLITIQUEIROS seria o caso.
Não temos POLÍTICOS atuando.....na verdade esses que aí estão só fazem o mal ao país......REFORMA JÁ! queremos 500 vereadores EM CADA COMUDIDADE; milhares de deputados e senadores mas sem ganhar um centavo! isso sim, seria representar o POVO!

Anônimo disse...


Políbio, copia e cola para usar mais adiante;

CAIU O GOVERNO TEMER.

O cara está sem sustentação politica, seus indicados estão caindo um por mês, por falcatrua e roubalheira, em breve vai chegar a vez dele e não adianta espernear.
Falaram demais e usaram a única arma que pode derrubar um governo, revelaram como chegaram lá, só esqueceram que estavam juntos na farra e a mesma ressaca que já derrubou a Dilma, vai também derrubar o nanico.
São todos farinha do mesmo saco, não tem santo nesta história, muito menos anjos como afirmou o Feltes sobre o uso do caixa 2 e m campanha.