Opinião do editor - Saiba por que Judiciário, Legislativo, TCE e MPE terão que compartilhar o ajuste de Sartori

MPE, Judiciário, TCE e Assembléia, poderiam ter cortado o passo do governo irresponsável, incompetente de Tarso Genro, PT, mas não fizeram isto. Agora, serão obrigados a compartilhar com o Executivo problemas que eles não criaram. 

Ao lado, gráfico com o preço da irresponsabilidade fiscal: as chamas azuis são as dos governos Brito e Yeda. Os eleitores, mas depois o Legislativo, o PJ, o MPE e o TCU, não impediram as loucuras feitas pelo governo Tarso Genro e o PT.

A proposta do governo Sartori que mais opõe os interesses do Piratini aos interesses do PJ, MPE,TCE e Defensoria Pública é a PEC 260 2016, do Poder Executivo, que altera o artigo 156 da Constituição do Estado do estabelecendo que os recursos orçamentário (duodécimos) destinados ao Legislativo, ao Judiciário, ao Ministério Público, ao Tribunal de Contas e à Defensoria Pública deverão ser proporcionais à Receita Corrente Líquida efetivamente arrecadada pelo Executivo, limitados aos montantes previstos nas dotações orçamentárias.

Atualmente não é assim, porque os duodécimos são inalterados, não importa o valor arrecadado. 
Legislativo e Judiciário não têm responsabilidade alguma pela crise fiscal atual, tornada dramática pelo irresponsável governo Tarso Genro, PT, mas é impossível que estes Poderes prossigam recebendo valores imutáveis enquanto a casa pega fogo. Legislativo, Judiciário, TCE e MPE não aumentaram suas fatias, ao contrário do que se pode pensar,mas o Executivo fez isto de maneira intolerável, criminosa e dramática.

Acompanhe as fatias de cada um sobre o bolo total do Orçamento (entre parênteses, estão os números de 2006):

- Executivo, 92,04% (87,61%)
- Justiça, 4,79% (7,01%)
- MPE, 1,48% 2,53%)
- TCE, 0,76% (1,12%)
- Assembléia, 0,93% (1,48%).

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