domingo, 4 de dezembro de 2016

"Não se pode afrontar a vontade das ruas", diz Moreira Franco

O presidente da Fundação Ulysses Guimarães, o minsitro Moreira Franco, concedeu entrevista de páginas inteira para os jornalistas Raymundo Costa e Daniel Rittner, do jornal Valor deste final de semana.

Vale a pena ler tudo com atenção.

Eis um trecho da entrevista:

Valor: A ampliação do espaço dos tucanos é uma espécie de plano B do governo para a crise?
Moreira Franco: Não existe Plano B. O que existe é a vida. Quando eu cheguei aqui na Câmara, com vinte e poucos anos, o Thales Ramalho, que era do PSD, me chamou e disse: ‘eu sei que você estudou, fez isso e aquilo outro. Esqueça tudo. Em política só tem duas coisas: o fato novo e o fato consumado. Então essa coisa de Plano B, só existe. Então diante do fato você vai ver o que se faz.
Valor: O fato novo será a delação da Odebrecht?

Moreira Franco: Pelo que a imprensa fala não é novo, é fato consumado. Diriam os agentes de mercado: já foi precificado.

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5 comentários:

Anônimo disse...

o famoso "gatinho angorá, ladrão" logo logo está com a hora a chegar...eheheh

Anônimo disse...

Papo furado,
Marketing,
Cai fora,
Politico profissional,
Chega,

Anônimo disse...

GILMAR MENDES SOBRE MORO: NINGUÉM PODE SE ACHAR O Ó DO BOROGODÓ:

Da Rede Brasil Atual/4 DE DEZEMBRO DE 2016 - Brasil 247

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB, convidou na quinta-feira (1º) os juízes federais Silvio Rocha e Sérgio Moro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o senador Roberto Requião (PMDB-PR) para debater no Senado o Projeto de Lei 280/2016, de sua autoria, que define como crimes de abuso de autoridade.(...)

O relator do PLS 280 é Requião, que vê o momento como uma oportunidade para que o Congresso possa corrigir uma lei aprovada no regime militar e que não protege o cidadão contra abusos do poder público. (...)

De inicio, Gilmar Mendes elogiou os deputados que retiraram do projeto de lei das 10 medidas do Ministério Público Federal propostas para habeas corpus, como a aceitação de provas ilícitas. “Era uma concepção autoritária. Felizmente, a Câmara rejeitou esse ponto do projeto”, disse. O MPF tentou proibir a concessão de habeas corpus, em caráter liminar e sem prévia requisição de informações ao promotor ou procurador. Haveria exceção apenas para evitar a continuidade de prisão ilegal.

Ele também colocou sob suspeita os 2 milhões de assinaturas que, segundo os promotores da Lava Jato, o pacote das dez medidas recebeu. “Não venham com argumento de chancela de 2 milhões de pessoas. Duvido desses dois milhões. Duvido que essas pessoas tivessem consciência disso, ou de provas ilícitas, lá no Viaduto do Chá (SP). Não vamos canonizar iniciativas populares”, ironizou.

Em outro momento do debate, olhando de frente para o juiz Sérgio Moro, a seu lado, o ministro criticou o vazamento de gravações por autoridades. Em março, foram vazadas na imprensa gravações autorizadas por Moro entre a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Gilmar Mendes disse: “Há vazamentos, e é preciso dar nome pelo nome que é”. (...)

Pedido de desculpa
Em março, o jornal O Estado de S.Paulo informou que, em ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF), Moro, pediu “escusas” à Corte e disse que a divulgação de áudios do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teve intuito “político-partidário”. A manifestação foi encaminhada ao ministro Teori Zavascki. (...)

Dilma foi grampeada muito mais vezes – Moro informou ao STF que há uma “quantidade bem maior de diálogos interceptados” e que não foram divulgados e permanecem em sigilo. O material será remetido “em mãos e com as cautelas devidas” ao STF, segundo o juiz.

Sobre o grampo no escritório de Roberto Teixeira, advogado de Lula, Moro justifica que ele é supostamente investigado por participar do processo de compra do sítio de Atibaia.

Em entrevista, logo após o termino do debate, Gilmar Mendes desferiu novos golpes, desta vez, em integrantes do MPF afirmando que eles deveriam “calçar as sandálias da humildade”.
Classificou ainda de “cretino” quem criou propostas de combate à corrupção defendida por Moro e pelo coordenador da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, um dos idealizadores das dez medidas. O procurador também defende a utilização de provas obtidas ilicitamente, desde que não haja má-fé por parte do investigador que a colheu. A proposta tem apoio de Moro.

“É aquela coisa de delírio. Veja as dez propostas que apresentaram. Uma delas diz que prova ilícita feita de boa-fé deve ser validada. Quem faz uma proposta dessa não conhece nada de sistema, é um cretino absoluto. Cretino absoluto. Imagina que amanhã eu posso justificar a tortura porque eu fiz de boa-fé”, disse o ministro. Ele ainda ironizou um argumento de Moro, que disse que talvez agora não seja o melhor momento para aprovação das dez medidas. Em tom irônico, Gilmar Mendes perguntou se “seria preciso aguardar um ano sabático das operações Lava Jato para aprovar o projeto e disse que o argumento do juiz não fazia sentido. (...)

TO SENTINDO QUE O MIN GM só está esperando baixar a poeira para botar o moro na cadeia.

Anônimo disse...

REQUIÃO RECOMENDA ALFAFA A MANIFESTANTES PRÓ-MORO:

Senador Roberto Requião (PMDB-PR) recomendou "muita alfafa" aos manifestantes que foram às ruas neste domingo (4) em apoio ao juiz Sérgio Moro; "Eu recomendo alfafa, muita alfafa. In natura ou como chá. É própria para muares e equinos, acalma e é indicada para passeatas nonsense", escreveu; Requião, que é relator no Senado do projeto responsabiliza o abuso de autoridade de juízes e membros do Ministério Público, disse ainda que este período da história ficará conhecido como "a revolta dos paladinos fundamentalistas".

4 DE DEZEMBRO DE 2016 - Brasil 247

Do blog do Esmael Moraes - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) recomendou "muita alfafa" aos manifestantes que foram às ruas neste domingo (4) em apoio ao juiz Sérgio Moro.

"Eu recomendo alfafa, muita alfafa. In natura ou como chá. É própria para muares e equinos, acalma e é indicada para passeatas nonsense."
Alfafa é uma forrageira com alto teor nutritivo para cavalos, asnos e mulas.

Devido ao alto preço de produção, a alfafa é utilizada no Brasil como alimento de cavalos de esporte (alto rendimento).

Voltemos às manifestações de hoje.

Para Requião, que é relator no Senado do projeto responsabiliza o abuso de autoridade de juízes e membros do Ministério Público, este período da história ficara conhecido como "a revolta dos paladinos fundamentalistas".

Na terça-feira (6), os senadores deverão votar o texto substitutivo de Requião.

REQUIÃO não faça isso, comparar quadrúpedes aos coxinhas é muita injustiça. Os quadrúpedes são animais muito mais evoluído, que essas GAZELAS vestidos de camisa amarelada.

Anônimo disse...

Eles falam uma coisa e fazem outra, muitas palavras e pouco ou nada de ação. Uma ação vale mais que mil palavras.