Ladrões assassinos não respeitam nem a Polícia no RS

Nesta segunda-feira nem policiais escaparam da fúria dos ladrões assassinos que encurralaram a população gaúcha desde o início do governo Sartori, tudo em função do sumiço completo de policiamento - Brigada, Polícia Civil e FNS.

Porto Alegre - Um policial civil, abordado por ladrões assassinos, matou um deles no jardim Itu-Sabará, Porto Alegre.

São Leopoldo - Três bandidos assaltaram um brigadiano no centro da cidade, balearam o policial militar e fugiram.

Desta vez as vítimas foram policiais.

7 comentários:

Anônimo disse...

População covarde e canalhamente desarmada para não poder se defender é tudo o que os bandidos sempre quiseram e as esquerdas com cínicas leis trouxeram o caos para segurança do povo ordeiro. Nas próximas eleições é só votar em quem quiser acabar com a legislação do desarmamento e jogar de vez as esquerdas no lixo, junto com o pútrido legado de Fidélis!

Anônimo disse...

Quando os ratos desrespeitam os gatos,é sinal de que algo está errado.
Ou os gatos são fracos,ou os ratos são corajosos.
De certa forma,é positivo que a anomalia se evidencie,para que sejam tomadas providências.
O fato de brigadianos atirarem em bandidos,é sinal de que os gatos não estão mais suportando a ousadia dos ratos.
Isso é bom para uma sociedade em que as pessoas de bem não podem andar armadas para se defender.
Os ratos,sabedores disso,ficam cada vez mais ousados,com motos,capacetes,e tudo o mais.
Nem falar nos Direitos Humanos que ainda lhes protegem.

Anônimo disse...

Gostariamos de saber qual a opinião da OAB sobre isto.

Unknown disse...

Quem planta colhe!!!
Este é o resultado da estratégia populista de proteger bandidos(colegas)!!!

Anônimo disse...

NÃO respeitam nem JUIZES, tal qual quer o socialismo implantado pela cartilha de Antonio Grasmsis.

Anônimo disse...

ORA, Anonimo das 10:39, o que seria dos advogados se não houver crimes?

Mudariam para engenharia, criadora de riquezas?



Luiz Vargas disse...

E o seu Sartori me coloca de secretário da segurança pública um cidadão, que só conhece segurança pública por ouvir falar, com a finalidade de lhe dar foro privilegiado (Caso Boate Kiss)