sábado, 17 de dezembro de 2016

Depois de rebelião de presos, agentes penitenciários suspendem protestos em Charqueadas

Os funcionários públicos atearam fogo e proibiram visitas de familiares. 

Foi proibida a entrada de familiares de detentos no início do dia, mas voltou a se normalizar, no fim da manhã deste sábado, no módulo 1 da Penitenciária Modulada de Charqueadas, na região Carbonífera do RS. Mais cedo, um grupo de presos se revoltou com a suspensão das visitas e ateou fogo em colchões no pátio do módulo 1. Só depois disto, os agentes penitenciários, que no início da manhã impediram a entrada de parentes, permaneceram em frente ao complexo, em uma barricada com queima de pneus.

A suspensão de visitas foi uma retaliação da categoria à proposta de modificação do regime de plantão. Conforme um projeto de lei que tramita na Assembleia Legislativa, dentro do conjunto de medidas de austeridade a serem votadas a partir de segunda-feira, o governo propõe a extinção dos plantões de 24h nos presídios. Com isso, terão de ser realizados três turnos de oito horas por equipes, reduzindo drasticamente o pagamento de horas-extras.


A Modulada de Charqueadas soma 1.301 presos.

4 comentários:

Anônimo disse...

Não existe mais governo..?

Anônimo disse...

Políbio,

Agentes Penitenciários insuflados por sindicalistas "acéfalos" não sabem que trabalham com "bandidos"??

Acham que são monitores de Jardim da Infância??

Quanta burrice!!!

Além do mais, acabou o dinheiro. Não adianta espernear.

Peçam demissão ou aguentem o tranco como os 12.000.000 de desempregados que a Dillma criou.

JulioK

Anônimo disse...

Cadê os ambientalistas??? Fizeram muita fumaça lá, vão reclamar que estão poluindo

Anônimo disse...


O Polenta que está brincando de governar, e que com a sua inercia, já matou boa parte dos trabalhadores, agora quer sacrificar o funcionalismo público vendendo o estado.

Já foi dito que isto iria acabar mal, quem manda nas cadeias são os presos, que lá estão não por vontade do governo ou judiciário, mas por conveniência, se houver mais de um grande motim, o estado não tem como controlar, e aí paga a sociedade como aliás já está pagando, não só em pecúnia mas coma a vida.

Se as forças de segurança estão queimando pneus, para chamar a atenção, o que sobra para o cidadão comum registrar o seu protesto?

Só falta agora o governo determinar uma investigação para apurar os responsáveis pela poluição ambiental, com fins de desviar o foco do problema, assim como fez com a midiática vinda da FNSP.