domingo, 4 de dezembro de 2016

Cairoli visitará dez cidades para explicar pacote da modernização do Estado

O vice-governador do RS, José Cairoli, vai percorrer dez cidades para divulgar o conjunto de modernização do governo do RS, que tramita na Assembléia.

São 40 medidas.

Cairoli visitará Pelotas, segunda-feira. Depois irá a Rio Grande, Bagé, Santa Maria, Santa Cruz, Cruz Alta, Erechim, Passo Fundo de Santa Rosa.

Ele sempre falará em entidades empresariais.

4 comentários:

Anônimo disse...

Boa noite Polibio,
O nobre Vice decorativo levará Jardel para apresentar as medidas aos seus pares, essa estravagancia as custas dos cofres "combalidos".

Anônimo disse...

Ou seja, somente alguns gaúchos merecem saber, outros como manada devem obedecer.

Anônimo disse...

GILMAR MENDES SOBRE MORO: NINGUÉM PODE SE ACHAR O Ó DO BOROGODÓ:

Da Rede Brasil Atual/4 DE DEZEMBRO DE 2016 - Brasil 247

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB, convidou na quinta-feira (1º) os juízes federais Silvio Rocha e Sérgio Moro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes e o senador Roberto Requião (PMDB-PR) para debater no Senado o Projeto de Lei 280/2016, de sua autoria, que define como crimes de abuso de autoridade.(...)

O relator do PLS 280 é Requião, que vê o momento como uma oportunidade para que o Congresso possa corrigir uma lei aprovada no regime militar e que não protege o cidadão contra abusos do poder público. (...)

De inicio, Gilmar Mendes elogiou os deputados que retiraram do projeto de lei das 10 medidas do Ministério Público Federal propostas para habeas corpus, como a aceitação de provas ilícitas. “Era uma concepção autoritária. Felizmente, a Câmara rejeitou esse ponto do projeto”, disse. O MPF tentou proibir a concessão de habeas corpus, em caráter liminar e sem prévia requisição de informações ao promotor ou procurador. Haveria exceção apenas para evitar a continuidade de prisão ilegal.

Ele também colocou sob suspeita os 2 milhões de assinaturas que, segundo os promotores da Lava Jato, o pacote das dez medidas recebeu. “Não venham com argumento de chancela de 2 milhões de pessoas. Duvido desses dois milhões. Duvido que essas pessoas tivessem consciência disso, ou de provas ilícitas, lá no Viaduto do Chá (SP). Não vamos canonizar iniciativas populares”, ironizou.

Em outro momento do debate, olhando de frente para o juiz Sérgio Moro, a seu lado, o ministro criticou o vazamento de gravações por autoridades. Em março, foram vazadas na imprensa gravações autorizadas por Moro entre a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula. Gilmar Mendes disse: “Há vazamentos, e é preciso dar nome pelo nome que é”. (...)

Pedido de desculpa
Em março, o jornal O Estado de S.Paulo informou que, em ofício ao Supremo Tribunal Federal (STF), Moro, pediu “escusas” à Corte e disse que a divulgação de áudios do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não teve intuito “político-partidário”. A manifestação foi encaminhada ao ministro Teori Zavascki. (...)

Dilma foi grampeada muito mais vezes – Moro informou ao STF que há uma “quantidade bem maior de diálogos interceptados” e que não foram divulgados e permanecem em sigilo. O material será remetido “em mãos e com as cautelas devidas” ao STF, segundo o juiz.

Sobre o grampo no escritório de Roberto Teixeira, advogado de Lula, Moro justifica que ele é supostamente investigado por participar do processo de compra do sítio de Atibaia.

Em entrevista, logo após o termino do debate, Gilmar Mendes desferiu novos golpes, desta vez, em integrantes do MPF afirmando que eles deveriam “calçar as sandálias da humildade”.
Classificou ainda de “cretino” quem criou propostas de combate à corrupção defendida por Moro e pelo coordenador da Lava Jato no Paraná, Deltan Dallagnol, um dos idealizadores das dez medidas. O procurador também defende a utilização de provas obtidas ilicitamente, desde que não haja má-fé por parte do investigador que a colheu. A proposta tem apoio de Moro.

“É aquela coisa de delírio. Veja as dez propostas que apresentaram. Uma delas diz que prova ilícita feita de boa-fé deve ser validada. Quem faz uma proposta dessa não conhece nada de sistema, é um cretino absoluto. Cretino absoluto. Imagina que amanhã eu posso justificar a tortura porque eu fiz de boa-fé”, disse o ministro. Ele ainda ironizou um argumento de Moro, que disse que talvez agora não seja o melhor momento para aprovação das dez medidas. Em tom irônico, Gilmar Mendes perguntou se “seria preciso aguardar um ano sabático das operações Lava Jato para aprovar o projeto e disse que o argumento do juiz não fazia sentido. (...)

TO SENTINDO QUE O MIN GM só está esperando baixar a poeira para botar o moro na cadeia.

Anônimo disse...

Vice Governador Cairoli, o Sr tem o respeito do povo gaucho.

Siga a luta.