sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

Artigo, Estadão - No BNDES, o retrato da crise

O BNDES desembolsou R$ 76,47 bilhões no ano e R$ 95,6 bilhões em 12 meses, com recuo, em cada um dos casos, de 35% e 33%.  

Os negócios poderão melhorar no próximo ano, talvez já no primeiro semestre, mas prosperidade para valer, sem risco de mais um voo de galinha, só ocorrerá com aumento da capacidade produtiva. Isso dependerá de uma retomada de investimentos em máquinas, equipamentos e muitas obras – de infraestrutura, de moradias e de instalações comerciais, industriais e de serviços. Parte importante dessa nova etapa dependerá do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mas o próprio banco terá de seguir um novo estilo de atuação.

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2 comentários:

Unknown disse...

É claro... não foi mais dinheiro para a Venezuela, Cuba, Uruguai, Bolívia e tantas outras republiquetas de déspotas sanguinários da América Central, África e por aí vai!!!

Emmanuel Carlos disse...

BNDES ainda existe?
Olha ... para ser bem claro, uma agência que financiava milionários deveria ser, simplesmente, extinta a bem dos bolsos do contribuinte.