A e21, de Porto Alegre, abriu o ano com a conta publicitária do Trensurb.
1 comentários:
Dimitri Oligofrênico
disse...
Por que o Tresurb tem que gastar com propaganda afinal? Será que encontra algum tipo de concorrência e precisa disputar um lugar no mercado? Ou é apenas para promover alguns gestores apaniguados de alguns políticos que não perdoam o dinheiro público? Não seria melhor gastar a grana da publicidade com melhorias do serviço?
Luciana Genro tem razão: os deputados estaduais gaúchos são vendidos ?
Exemplos de boca suja na atividade parlamentar.
O líder do PSOL na Câmara dos Deputados (três deputados), Ivan Valente, ofendeu gravemente a honra da deputada gaúcha Luciana Genro. O que disse Valente:
- Ela é ladra de galinha.
. Acontece que o líder do PSOL tinha combinado que Luciana faria a defesa de um ponto da reforma política e ela aproveitou para defender dois pontos.
. A deputada gaúcha já avisou que da próxima vez o seu colega “vai levar porrada”.
. O uso de expressões pouco generosas com companheiros de mandato não é exclusividade de Valente e Luciana. É que a presidente do Partido, a agora vereadora Heloísa Helena, que se auto-proclama um “poço de ternura”, há menos de um mês, na Câmara de Maceió, chamou de “porca trapaceira” a sua colega Tereza Nelma, do PSB. Entrevistada pela revista Veja, Helena se desculpou: “Se eu soubesse que a gripe suína estaria chegando, não teria usado a expressão porca trapaceira”. As tiradas histéricas de Heloísa Helena são velhas conhecidas dos eleitores brasileiros. Ela faz escola.
. São conversas pouco edificantes em se tratando de professoras e parlamentares, mas compreensíveis quando se trata do PSOL.
. No RS, Luciana Genro também costuma dizer uma coisa e fazer outra, mas ninguém pensou em chamá-la de ladrona de galinha por causa disto. Alguns leitores desta página preferem concluir que se trata de mero caso para uso de camisa-de-força.
Entrevista: Gilberto Pinho, secretário de Desenvolvimento de Rio Grande.
O Pólo Naval do RS enfrenta forte concorrência.
O Pólo Naval de Rio Grande não tem mais volta ? A confirmação de que construiremos aqui várias plataformas oceânicas de exploração de petróleo para o pré-sal garantem o Pólo.
Isto significa que número em se tratando de novos empregos ? Apenas no dique seco, esperamos que sejam 10 mil novos trabalhadores.
E há mais ? Aguardamos novos estaleiros, como o Wilson, Sons, já anunciado. Mas tem mais.
Quais ? Não acho que é hora de abrir todas as informações.
Por que ? A disputa entre grupos brasileiros e estrangeiros é feroz e envolve muita concorrência, mas é grande também a disputa entre regiões brasileiras interessadas em garantir os investimentos para si mesmas. O Pólo Naval do RS enfrenta forte concorrência.
É deprimente que um jornal com a tradição de Zero Hora seja obrigada a fustigar o editor desta página, embora sem nominá-lo pessoalmente, uma velha e bolerenta tática para desqualificar o interlocutor. Bozó já fazia isto. O editor refere-se à Carta ao Leitor de domingo. ZH reclama do fato deste editor tê-la incluído no Eixo do Mal. Mais deprimente ainda é a Carta ao Leitor chamar o testemunho de Roberto Robaina, presidente gaúcho do PSOL, para demonstrar o tamanho da imparcialidade do jornal. Nem mesmo um clube de futebol de várzea invocaria testemunha tão se importância.
. O jornal da RBS não tinha contraponto no RS e agora tem. A Internet, como já ficou provado em outros episódios, desestabiliza gigantes com pés de barro.
. A edição de domingo de ZH também ofereceu outros insossos pratos, mas o principal deles foi a nova tentativa de erigir o lobista Lair Ferst como o condestável da campanha e do governo Yeda Crusius. É a segunda vez que o jornal faz isto. A primeira reportagem de ZH intitulou-se “O Fator Lair Ferst”. A de domingo fez juz à foto de Jefferson Botega: “As denúncias de Lair. Um personagem em luz e sombra”. Outras duas fotos ilustram a matéria, ambas com Yeda em primeiro plano, tendo o “importante coordenador da campanha” como papagaio de pirata, puleiro onde se instalam aventureiros de todos os matizes – em qualquer campanha.
. A idéia é encorpar Lair Ferst. O Eixo do Mal não é bobo. Sabe que encorpando Lair, suas denúncias vazias engordarão o movimento macartista contra Yeda, cujo objetivo é rifá-la do debate sucessório, sangrá-la e, se possível, destruí-la e ao PSDB. Não se trata de uma campanha negativa, mas destrutiva.
. Até o motorista mais humilde da campanha de Yeda, aquele que ZH buscou e não encontrou, sabe que Lair Ferst foi mero valete de Marcelo Cavalcante na campanha – seu office boy de luxo, no máximo um bom acompanhante para as farras noturnas nas imediações da Voluntários, mal afamada avenida localizada a poucos metros do comitê central do PSDB. É que de Yeda para baixo, todos possuíam cópias dos imensos dossiês montados pela Pensant contra Lair Ferst e sua imensa família. . A reportagem de ZH sobre Lair é o legítimo samba do crioulo doido. Zero Hora é capaz de produzir coisa bem melhor do que isto.
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Quem é Polibio Braga
Polibio Braga
Porto Alegre, RS, Brazil
O jornalista Políbio Braga tem 65 anos, é casado e tem três filhos. É natural de Blumenau-SC. Ele tem mais de 40 anos de jornalismo, já que começou em 1962 no Diário Catarinense, em Florianópolis. Depois trabalhou também nos jornais Correio da Manhã e Última Hora, do Rio, revistas Veja e Exame e jornal Gazeta Mercantil de São Paulo, além dos jornais Zero Hora, Correio do Povo e Jornal do Comércio, de Porto Alegre. Também fez TV (RBS, Band, Pampa e Guaíba) e rádio no RS.
Desde 2001, vem se dedicando exclusivamente ao jornalismo digital. Nesse ano criou a newsletter e o site. A newsletter conta hoje com mais de 190 mil assinantes. Além de jornalista, Políbio Braga também é advogado graduado pela UFRGS, mas se limita estritamente a causas relacionadas com a liberdade de imprensa - principalmente a sua própria.
Na vida pública, foi presidente da UBES em 1962/1963 (União Brasileira dos Estudantes Secundaristas), quando jovem, no Rio de Janeiro, como também foi Chefe da Casa Civil e Secretário de Relações Internacionais do Governo do RS, Secretário da Fazenda e Secretário da Indústria e Comércio, de Porto Alegre.
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Por que o Tresurb tem que gastar com propaganda afinal? Será que encontra algum tipo de concorrência e precisa disputar um lugar no mercado? Ou é apenas para promover alguns gestores apaniguados de alguns políticos que não perdoam o dinheiro público? Não seria melhor gastar a grana da publicidade com melhorias do serviço?
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